[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Intolerância!

Não tolero pessoas mal educadas e funcionário público sem educação e respeito. Não suporto “puxa-saquismo” e bajulações baratas e sem propósito. Sei que devo aprender a conviver com as diferenças muito mais do que já me esforço, mas há coisas insuportáveis com as quais temos que nos deparar no dia a dia que me deixam profundamente sensibilizado.

São inúmeras as situações que me chocam, a começar pelo atendimento público de saúde e outros afins. É doloroso ver gente tratando gente de uma maneira “brutal e arrogante”, outras vezes com total descaso e falta de vontade. Funcionário público que não sabe atender o público ou que não tem “tato” para lidar com as diferenças, deveria era mudar de profissão.

Tudo o que fazemos sem amor é um tédio para nós mesmos e um desrespeito com o outro. Se você não gosta do seu trabalho, deixe-o e “vá sentar à porta de uma igreja a pedir esmolas”. É mais honrado quem pede do que aquele que “rouba”. E quando somos funcionários públicos (ou não) e trabalhamos sem amor, estamos cometendo um “roubo” à sociedade e ao contribuinte que nos pagam.

Tratar bem o nosso semelhante é uma questão de respeito por nós mesmos, pois se queremos o respeito alheio é bom que sejamos respeitosos com todos. Sabido é que plantamos o que colhemos. E “quem espalha vento...” só pode colher tempestades; isso é óbvio e indubitável.

Sou mesmo um intolerante à intolerância, mas não ando comprando “briguinhas” sem propósitos com pessoas mal educadas, antes sinto pena e repulsa por tais pessoas a ponto de me distanciar o máximo delas. A propósito, tem vários ambientes que deixei de frequentar por ver que seus proprietários são pessoas ambiciosas desmedidamente e não sabem tratar seus clientes. E antes que eles me maltratem é melhor que eu me afaste.

Tenho verdadeira repulsa ao ignorante, ao violento, ao arrogante, ao orgulhoso, ao avarento, ao mentiroso e tantos outros. Mas o que fazer se sou humano e vivo entre seres humanos? Não havendo outra saída, urge que eu aprenda a me desviar de pessoas que possam me causar malefícios. É assim que eu tenho vivido a cada dia, isto é, serpenteando entre bons e maus.

Eu não tolero pessoas que gostam de viver bem à custa da miséria e da desgraça do outro. Pra mim, não passam de parasitas e vermes abomináveis. Eu vos repudio e não vos tolero! Vão de retro! E está dito!




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