[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Não pergunte sobre mim. Pensem o que quiserem e podem até me chamar de um ser “nada sociável”. Não sou mesmo e nem faço questão de ser



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Não pergunte sobre mim. Pensem o que quiserem e podem até me chamar de um ser “nada sociável”. Não sou mesmo e nem faço questão de ser.

Vivo em sociedade sempre respeitando o espaço do outro, mas sem hipocrisia. Odeio mentiras, mas minto sempre quando percebo que alguém quer saber além do permitido. Basta que saibam que sou um ser humano e limitado que respeita as diferenças e convive em harmonia entre os “desiguais” e nada mais, pois aprendi a “tratar desigualmente os desiguais à medida que se desigualam” (Rui Barbosa).

O amor!

Debruço-me sobre minha escrivaninha e com a minha “pena” tenho a pretensão de falar sobre o AMOR. Eu não vou defini-lo porque a minha pretensão tem limites e nem direi nenhuma fórmula para que o leitor possa encontrá-lo. Se você quer saber onde mora o amor, se vira.

Isso mesmo! Basta se virar ou virar-se, pois o amor está mais próximo do que imaginamos. Não é necessário ir à Roma e nem mesmo viajar para “dentro de si mesmo”. O amor está aqui e alhures, basta que tenhamos olhos pra ver e de ver.

Toda criatura é obra de amor do seu Criador, portanto, as flores, os pássaros, o ar, o mar, o sol, a lua, a natureza enfim, traduz e simboliza o amor. ALGUÉM nos amou e nos ofertou tudo isso para que pudéssemos viver o amor em paz e harmonia com o meio.




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