[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Quando perder é ganhar!

Todos nós sabemos que a vida é, indiscutivelmente, uma trajetória de perdas. Não é um ponto de vista pessimista, mas uma irrefutável realidade. E que me convençam do contrário se você for capaz. Desde que somos concebidos, ainda no ventre materno, já começamos a nossa caminhada rumo ao fim; à morte. Se é que a morte seja mesmo o fim. Viver é morrer diuturnamente.

É claro que esta é a trajetória vital e eu bem sei que não somos “eternos” enquanto humanos. Porém, o propósito desta crônica é ressaltar as perdas diuturnas de todos nós diante da vida.

O drama vivido pelas vítimas das enchentes e outras catástrofes naturais em vários pontos do país me tem comovido sobremaneira que eu fico a pensar que sou um privilegiado. Eu ainda não vivi semelhantes sofrimentos. E, por vezes, eu me ponho a indagar sobre tudo isso e vejo que temos culpa pelos males que nos afligem em diversas situações.

Acabei de ouvir no noticiário da TV os argumentos de um engenheiro ambiental sobre a parcela de culpa do homem por querer interferir na natureza de maneira inconsequente. Ele afirmou que habitar o sopé de uma montanha como aquela onde houve o desabamento em Angra dos Reis / RJ é de uma “estupidez” enorme, uma “loucura” e que as autoridades não deveriam jamais permitir a ocupação de tal local.

Isso me fez lembrar o escritor libanês Gibran, em seu livro O PROFETA, quando afirma que o assassinado é tão culpado quanto o seu assassino. É uma afirmação questionável, mas não de toda absurda, pois se você sabe que determinado local é perigoso por se tratar de um refúgio de marginais, você terá que tomar a precaução e evitar tal local em determinadas horas da noite ou madrugada. Se você não sabe nadar, é aconselhável que não entre no mar ou em rios; se o fizer, que o faça com segurança. O mesmo se estende aos moradores dos locais condenados pela defesa civil.

Ressalte-se que uma catástrofe natural nem sempre é previsível e por isso não quero culpar os moradores pela enorme fatalidade ocorrida. Eu estaria sendo injusto com quem já está vivendo o “inferno”. Todavia, que sirva de exemplo a todos; moradores e autoridades competentes.

Mas quem somos nós, quem sou eu para entender os projetos de Deus em nossas vidas. O que é perder? O que é ganhar? Quando se trata do nosso bem maior que é a VIDA, sobreviver já é uma grande vitória enquanto nos for permitido.



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