[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


E neste exato momento em que escrevo esta crônica, sinto o cheiro esvoaçante de carne assada na casa de algum vizinho que resolveu prolongar a festa



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E neste exato momento em que escrevo esta crônica, sinto o cheiro esvoaçante de carne assada na casa de algum vizinho que resolveu prolongar a festa.

Ontem foi demais a comemoração de um vizinho meu. Acreditem vocês que às 07h00 da manhã ele ligou o som e só desligou já bem tarde da noite, sem contar que por várias vezes eu os vi “correndo” atrás de mais cerveja pelos bares da cidade. Foram caixas e mais caixas de cerveja e um constante vai e vem de pessoas. O pior foi ter que ouvir as mesmas músicas várias vezes. Por que é que tem gente que gosta de incomodar os outros com o som alto? Bom senso e equilíbrio não custam nada!

Por sorte, parece que este ano não houve a tradicional briga de parentes bêbados. E o mais incrível é que nas festas de fim de ano, todo mundo parece ter o que comer e beber em abundância. Por todo lado era possível ver a fumaça tomando conta e o cheiro de carne se espalhando. Estou tão farto que me dá enjoo!

Agora é hora de contabilizar! Triste hora! Tem tanta coisa pra pagar no início do ano. Infelizmente, eu não ganhei a Mega da virada e vou ter que me ralar pra honrar os compromissos inevitáveis de todo começo de ano.

Se eu pudesse eternizar os momentos festivos, juro que não desejaria “acordar” pra realidade da vida. Gostaria de continuar saboreando as uvas que ganhei no Natal e que neste momento delicio-me com o último cacho.

Mon Dieu! Como é triste e desolador saber que nem tudo é festa, que a vida não é um eterno festejar! Dai-me forças! E vamos à luta!




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