[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Sem dinheiro, sem “amor”!



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Sem dinheiro, sem “amor”!

E não adianta me tentar convencer do contrário; estou decidido a não aceitar outras argumentações que me façam pensar na possibilidade de se ter a mulher amada sem dinheiro. Ninguém vive só de amor e isso é sabido por todos.

E dir-me-iam, certamente, que o amor é gratuito; não se vende e não se compra. Pois então vá conquistar uma mulher e não ofereça nada em troca. O amor atual é consumista e materialista. Fique sem dar o presente de Natal pra sua esposa, noiva, namorada, amante, “ficante”, etc. E depois observe se ela realmente ficou feliz por não ser “lembrada” por você numa data tão especial!

Pior é que são muitas as datas especiais para a mulher, pois tudo na cabeça feminina é festa. Vejamos: dia dos namorados, dia da mulher, dia das mães, páscoa, dia do aniversário dela, anos de namoro ou casamento, natal, etc.

E então? Estão convencidos, meus caros leitores, que sem grana não se pode “amar”? Ao homem sem recursos, tudo fica mais difícil. Nenhuma mulher se aproxima de um “duro”, ou seja, de um “pé rapado”. A mulher quer ser amada e presenteada, bajulada, lembrada, etc. Portanto, sem dinheiro sem “amor”.

Entristece-me lembrar que na minha juventude, quando eu era servente de pedreiro e mal ganhava pra comer, eu não “comia” ninguém e ainda me “passavam a mão na bunda” (risos). Por isso, só namorei mais tarde e tive sorte de encontrar a Cidinha que nunca foi “ambiciosa” a ponto de exigir de mim o que eu não poderia lhe oferecer; foi um amor desinteressado, embora minhas irmãs pensassem o contrário. Eu nunca entendi a razão! Sempre fomos pobres financeiramente.




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