[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Mulher nova, bonita e carinhosa!



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Mulher nova, bonita e carinhosa!

Faz o homem gemer sem sentir dor...” E é aí que mora o perigo. Confesso que sou temeroso com este tipo de relacionamento, muito embora eu conheça raríssimos casos em que a convivência entre uma jovem mulher e um senhor mais idoso seja harmoniosa. Tenho um exemplo bem próximo a mim.



É complicado conviver com a diferença de idade entre o casal, pois só mesmo o amor e a aceitação farão com que tal relacionamento dê certo. Não é fácil entender as razões e as vontades do outro na hora de decidir coisas corriqueiras do dia-a-dia. A pessoa mais idosa, geralmente é mais caseira, enquanto que a pessoa jovem é mais ligada a passeios e diversões; daí o conflito. O casal precisa de companheirismo e cumplicidade e nem sempre o homem mais idoso está no “pique” da menina.

Por essas e outras razões é que eu sempre tive quedas por mulheres mais “maduras”. Eu me lembro das minhas muitas e ridículas declarações que fiz para algumas delas e dos muitos “foras” que eu levei; mas nunca me dei por vencido. É bem verdade que a minha Cidinha é mais nova do que eu apenas 03 anos (eu estou com 46 e ela com 43), mas eu realizei meu sonho de namorar algumas mulheres mais “velhas”. Que delícia!

Ah! Que saudades da Neusa (21 anos mais velha que eu), Alice, 18 anos; Malta, 12 anos; Marli, 08; etc. Com todas elas foi muito bom. Amor adulto e sem frescuras e cobranças. O que aconteceu? A primeira simplesmente desapareceu e queixou-se de estar meio adoentada e que seria melhor o término; durou menos de um ano. A segunda mudou-se há muito tempo e eu nem sei por onde anda, na verdade éramos “ficantes”; a Malta desistiu de mim quando soube que eu seria pai solteiro deste meu filho com a Cidinha e a Marli, minha amada italianinha, morreu aos 52 anos em 2007. Foi a minha última mulher “madura” que amei desesperadamente e que ainda sofro com a ausência dela.

Portanto, eu não sei o que é namorar uma mulher mais jovem. Gostaria de me aventurar neste universo desconhecido por mim porque quero, por experiência própria, saber se sou capaz de conviver com a diferença de idade, cultural e de opinião. Será que eu consigo? Sou conservador e temo tal aventura, embora seja isso muito instigante! Já tive oportunidade, mas me acovardei; temi!




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