[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Antes de falar “mal” dos outros, vou começar por mim. Eu tenho hábitos que me tornam “ridículo” e por isso é bom que eu me apresente antes de criticar os outros



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Antes de falar “mal” dos outros, vou começar por mim. Eu tenho hábitos que me tornam “ridículo” e por isso é bom que eu me apresente antes de criticar os outros.

Eu gosto de andar de uma maneira previsível e nunca surpreendo nas minhas vestimentas; tenho várias calças pretas idênticas e isso faz as pessoas pensarem que só tenho uma. Muitos até me confundem com os religiosos da Igreja das Testemunhas de Jeová porque eu me visto como eles. Uso social no dia a dia e muito costumeiramente calça preta, meias e sapatos pretos; dificilmente mudo. Só as camisas que são multicores.

Sempre gostei de pintar as minhas unhas com esmalte incolor (base) e isso me rendeu severas críticas de vários amigos que me diziam que isso era “coisa de menina moça”. E eu retrucava que boné na cabeça é coisa de retardado. Odeio bonés e chapéus, exceto se o sol for insuportável e for necessário o uso. Pra cada dez homens que eu encontro, seja jovem ou velho, sete ou mais usam bonés sujos, encardidos e fedorentos. Eca! E quando é velho, mais “ridículo” se torna. A menos que sejam limpinhos.

E o que mais me deixa horrorizado é velho querendo se passar por jovem; não há nada mais indecente. Quando vou aos bailes da terceira idade eu me divirto de rir; talvez até riam de mim. Mas lá tem cada figura “exótica” e “sinistra”. Eu procuro ser discreto para não me passar por “ridículo”. Em contrapartida, tem senhoras “elegantérrimas” que eu não trocaria por nenhuma menininha; sou mais mulheres maduras.

Hoje de manhã eu encontrei o mesmo senhor, de quase todas as manhãs, correndo como se fosse um garoto. Calma, eu explico. Ele corre apenas alguns metros e nada mais, sempre que vê uma garotinha passando por ele no “caminhódromo”. Aí então ele estufa o peito e sai em disparada por alguns 20 0u 30 metros; qualquer hora ele vai se arrebentar! Ele não está em condições de se arriscar. Ele precisa ter “desconfiômetro”!

E aquelas senhoras bem gordas que passam com suas roupas agarradas ao corpo de modo que a gente veja todos os contornos do corpo delas? Dá pra ver até o tamanho das “meninas” delas e a exata divisão dos lábios vaginais. Elas pensam que é bonito ser feia!

E tem aquelas que levam seus cachorrinhos e não levam saquinhos para recolher as “merdas” produzidas por eles na passarela. Aí o idiota aqui vai olhar pra uma “gostosona” e acaba pisando na merda!

Mas, deixo pra falar numa próxima crônica as demais coisas ridículas que me aborrecem. Estas foram as de hoje. Todavia, cada um vive como quer. Eu apenas me divirto com os “ridículos” de maneira bem discreta, afinal é muito divertido apontar os defeitos dos outros para esconder os nossos. Isso é bem próprio do ser humano, infelizmente. E eu sou humano e “ridículo” também.




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