[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Abraços, minha linda e simpática amiga! Gosto muito de você!



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Abraços, minha linda e simpática amiga! Gosto muito de você!

Os meus erros!

Não pensem vocês, meus caros leitores, que sou um homem bonzinho e com poucos defeitos. Nada disso. Eu sou como a maioria dos seres humanos; sou exatamente como vocês. Imediatista, individualista e egoísta. Acho até que tenho inúmeros outros defeitos que por “covardia” não os citarei.

Ressalte-se que sou sincero em afirmar que nunca tive a pretensão de ser santo ou algo parecido. E que cometi grandes erros e pecados nesta minha vida de pecador e imperfeito que sou. E muitas vezes eu disse que só "não matei e nem roubei", como se isso fosse verdade. Eu até acho que “matei” e “roubei” sim.

E quando eu digo matar e roubar quer dizer que podemos cometer tais crimes sim. Não exatamente como podem estar pensando alguns desavisados, mas podemos matar um homem sem lhe tirar a vida. (Os políticos de Brasília fazem isso diuturnamente, salvo raríssimas exceções). Basta que lhe tiremos a dignidade, o prazer pela vida, que roubemos o que lhe é mais precioso, enfim, de mil maneiras podemos ser responsáveis pela “morte” de outra pessoa.

Cometi vários erros em minha vida e hoje eu me envergonho deles. A minha vida poderia ter sido menos traumática e indesejada se eu tivesse a plena consciência dos meus atos insanos e medíocres que pratiquei no passado. Por que é que tive que aprender com a dor? Por que precisei passar por tantas situações humilhantes? Por que precisei conhecer o inferno? Por que Deus me fez “assassino” em vários momentos da minha vida? Por que me fez “ladrão” quando deixei de aproveitar as oportunidades de crescimento que me foram dadas?

Pronto! Acho que cheguei ao ponto exato, pois o filho que não respeita o salário do pai que se esforça para lhe custear os estudos, este filho é um “ladrão”. E o pai que nega um doce ao filho e gasta seu salário com prostitutas e jogatinas, também é um “assassino” porque mata os desejos e sonhos dos seus dependentes; esposa e filhos.

E quem é que nunca se sentiu um “covarde”? Quem nunca se sentiu “desprezível” em alguns momentos da vida? Somos vulneráveis demais e isso nos torna presas fáceis às ciladas da vida.

Eu carrego uma culpa muito grande em meu peito, pois sinto que eu poderia ter amado mais a minha mãe e minha irmã que já partiram desta vida. Agora é tarde! E os meus erros me condenam. Todavia, eu aprendi com eles que Deus tem os seus propósitos na vida de cada um de nós e nada está fora dos planos DELE. Aprendi que colhemos o que plantamos; isso é certo e líquido. Ninguém passa por aqui sem pagar pelos erros que comete.

Eu paguei caro por muitos erros meus e ainda tenho muito que pagar. Só não quero é acumular dívidas com ELE. Agora estou mais esperto! Muito se aprende com as quedas e os nossos erros nos ensinam muito mais que nossos poucos acertos! Estejam certos disso!

Os “ridículos”!




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