[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Aconselhei muito ela a amar o seu marido e mostrar a ele que as mulheres que amam de verdade não são interesseiras e que valorizam o amor em primeiro lugar



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Aconselhei muito ela a amar o seu marido e mostrar a ele que as mulheres que amam de verdade não são interesseiras e que valorizam o amor em primeiro lugar.

Mas ela insistiu em me dizer que era uma “bobinha”, uma “criança” e que estava mesmo apaixonada por mim. Pediu-me insistentemente pra que eu a fizesse feliz e disse-me: “- Você é muito romântico, o amor da minha vida e eu amo muito você. Faça-me feliz. Eu lhe imploro”!

Portanto, meus caros maridos, deem às suas esposas muito mais carinho e atenção. Eu faço isso para minha Cidinha e tem sobrado tempo pras amigas minhas; as suas mulheres!

Mulher de 50!

Aquela linda mulher me olhou nos olhos e disse-me: “Sei que tu admiras a minha beleza, mas eu gostaria que tu conhecesses a minha beleza interior.” Confesso que fiquei pasmo, pois se tratava de uma linda mulher. Que poderia ela ter de mais lindo ainda?

Ela cativou-me por sua simpatia singular e foi me dizendo coisas encantadoras. Falou-me com a simplicidade de uma mulher que conhece o âmago da espécie humana e, principalmente, os homens. A sua voz doce, suave e melodiosa era como que um encanto que me seduzia mais e mais. E foi a partir daí que me apaixonei perdidamente por esta “senhora e menina”; “menina e senhora”!

Aquele corpinho sensual, lindas madeixas revoltas, seios pequenos, olhos arrebatadores, sorriso maroto a me ensinar coisas belas sobre o amor. E que sorriso! Eu me perdi neles! Confesso que estou apaixonado!

Ela me falou dos seus poucos amores e pediu que eu fosse mais comedido ao amar para não ferir os sentimentos de uma mulher, pois ela teve um namorado que se sentia um Príncipe, um Rei e queria todas ao mesmo tempo. Hoje ele não passa de um “sapo solitário”, sem ninguém! Ele se chamava Romeu e todas as suas “Julietas” perdeu! Vive só o “pegador”!

Ela foi fundo e me dizia verdades tão profundas que eu me senti um “canalha”, muito embora não fosse e nem seja! E muito menos pretendo ser. Percebi que ela sutilmente me chamava de “galinha”, de “promíscuo”, de “mulherengo”, etc.

Todavia, ela sabe que não sou e que tenho olhos só pra ela. Ela é o meu grande amor! Esta mulher menina, linda, inteligente, dócil, simpática, pura de sentimentos, simples, amável e romântica!

Eu te amo!” Muito! Meu amor! E sou só seu pra vida toda; ainda que eu tenha que viver um amor platônico, pois sei que você é comprometida!






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