[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Maridos; amem mais suas mulheres!



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Maridos; amem mais suas mulheres!

E se não ouvirem o meu apelo, não reclamem quando eu estiver com elas e não queiram “pagar de machões” e vingarem-se. Pronto! Está avisado!

Tenho percebido que as mulheres realmente pensam diferente de nós homens quando o assunto é relacionamento e amor; agradeço aqui minhas amigas que me revelam gratuita e generosamente suas infrutíferas “experiências” com seus “infelizes” maridos relapsos e não românticos. As mulheres cresceram no meu conceito de uns tempos pra cá, pois eu tenho tido amizades maravilhosas com mulheres honestas, sinceras e sensíveis. Por isso é que falo com muita PROPRIEDADE sobre elas aqui e agora.

Essas mulheres de quem eu falo são muito bem “casadas” em todos os sentidos, exceto num sentido que pra elas é o primordial; elas têm tudo, menos carinho e amor dos seus homens. Em contrapartida eu sou um “duro”, mas não tenho negado a elas o meu carinho e afeto. Podem chorar nos meus ombros minhas flores, meus amores.

Uma dessas amigas minha veio me dizer esses dias que tem falado muito mais comigo do que com o seu esposo. Que tem recebido de mim muito mais atenção do que dele. Incrível é que falamos muito menos de uma hora por dia em momentos inusitados e chego a pensar que nem isso. Todavia, se um marido não tem uma hora por dia pra se dedicar à sua mulher, então que vá pro inferno. Mulher é “flor” e precisa ser regada todo dia com muito carinho!

Ocorre que tem homens de todo tipo, menos carinhosos e românticos, entre esses maridos de minhas amigas. Tem o “bêbado”, o “jogador de futebol”, o “jogador de baralho”, o “moleque” que só vive jogando vídeo game, o “pegador” que nunca pega sua própria mulher, etc.

Ainda hoje me confidenciou uma amiga que seu marido chega sempre cansado e não conversa com ela, não faz amor como antes, não se interessa pelos assuntos e pelas coisas dela, nem mesmo pela saúde dela, não lhe dá carinho, passa a semana sem lhe dar sexo, enfim, ela se queixou de ser uma boa esposa e estar sendo infeliz ao lado deste “infeliz”. Isso me chocou profundamente porque eu sei que ela é uma boa esposa de verdade. Argumentei que ela tem de tudo, vive muito bem, não lhe falta nada, etc. Mas ela me disse que faltava o mais importante que era o amor e a cumplicidade entre ambos; o afeto, a carinho, o desejo de um pelo outro, o respeito, etc. Que tudo isso havia acabado em nome do “capitalismo” desvairado. E que seu marido amava mais suas “conquistas profissionais” do que a ela. Senti pena dela e por pouco não chorei.

Sou chorão mesmo! Ela é nova e linda! Muito linda! Ao ver meus olhos lacrimejando, foi ela quem chorou e me disse que eu poderia ser o homem da vida dela porque sou romântico. Ela me disse que estava confusa e fragilizada e que sentia me amar há muito tempo. Fiquei surpreso e não quis acreditar!



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