[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


Eu sou macho sim, mas antes de tudo eu sou homem de profunda sensibilidade e de um romantismo até piegas demais. Contudo, sou muito feliz!



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Eu sou macho sim, mas antes de tudo eu sou homem de profunda sensibilidade e de um romantismo até piegas demais. Contudo, sou muito feliz!

Senhores “machões” revisem seus conceitos antes que a porta da casa de vocês fique pequena demais para os “ornamentos” e também estreita demais para o “depósito de cerveja” dos senhores. E depois não me diga que eu não os alertei!

Quem avisa amigo é! Ok?

Apenas amo!

É bem verdade que tem muito de mim em tudo o que eu escrevo. Através da escrita eu me liberto. Todavia, não sou exatamente tudo o que escrevo, pois muitos dos meus leitores poderão se equivocar a meu respeito. Eu sou um homem honesto, sincero, trabalhador, pai, esposo, bom caráter e perfeccionista. Eu não sou e nunca fui promíscuo e nem preconceituoso.

Também é verdade que “amo” a minha esposa que, volta e meia, aparece nos meus versos. Todavia, é verdade também que tenho outro(s) amor(es) que completa(m) o meu viver. Amo ler, escrever, estudar, tocar violão, cantar, ouvir os meus CDs de músicas italianas e francesas. Também amo outra mulher sem que minha esposa saiba disso (talvez até desconfie), sem contudo jamais tê-la tido em meus braços. É um amor do tipo “Marília de Dirceu”; platônico!

A razão da minha vida é tudo isso, tendo Deus em primeiro lugar. E se a vida é uma ilusão, digo-lhes que vivo intensamente esta doce ilusão! Ou seja, amar a minha esposa e também a minha “pequena grande mulher menina” é algo que me dá um prazer imensurável e indescritível.

Se eu vou tê-la ou não, isso pouco me importa porque a “poesia” está justamente na espera do amor, da amada. E se ela não vier, melhor pra poesia e pro poeta; pior pro amante! Eu já vi tanto romance lindo se acabar após a conquista da amada; isto é, o fruto proibido só é bom enquanto proibido. Tem sido sempre assim. Entretanto nunca vi findar um amor platônico; como este meu, pela minha “pequena grande mulher menina”.

Eu não sou promíscuo e nem mulherengo, apenas amo! E não me considero um “traidor” porque não traio meus sentimentos e “amo” minha esposa tanto quanto “amo” meus outros amores. A ela e às outras sempre quero o bem e nunca feri nenhuma delas por prazer ou sadismo.

Eu não considero traição amar incondicionalmente e nem ir pra cama com quem se deseja e por amor. A luxúria eu condeno, pois jamais vou pra cama sem amor. É preciso rolar um clima. É preciso que queiramos, eu e ela, sem que isso nos cause traumas e nenhum outro tipo de comprometimento que não seja o afetivo. Amar sim com muito juízo e consciência do ato que juntos praticamos sem que isso possa ferir quem nós amamos.

Quando amo é pra valer! Amo a mulher que me quer e que se entrega a mim e respeito-a como a mim mesmo. Se nós somos infiéis aos nossos parceiros, isso não significa que não os amamos; assim penso. Eu amo minha mulher, porém me amo muito mais. E não considero isso egoísmo porque só posso amar o próximo se antes eu me amar, conforme manda as escrituras: “amar o próximo como a ti mesmo”. Não posso amá-lo (a) sem antes me amar, pois não posso dar o que eu não tenho, ensinar o que eu não sei.

Amo! Simplesmente amo! E que me condenem quem achar que deve! Trair é não amar; é maltratar, é humilhar, é execrar, é negar afeto e carinho, é ausentar-se na hora da dor, é não honrar com os compromissos do matrimônio, é expor o outro ao ridículo, é “fazer sexo” e não amor, é ver a mulher como objeto sexual, é perverter crianças, é praticar a luxúria pura e simplesmente. Mas se há uma vontade explícita de duas pessoas adultas, homem e mulher, de se entregarem para a satisfação pessoal sem comprometimento de seus cônjuges e sem nenhum sentimento de culpa, não vejo nada de abominável. Pecado pra mim é o que a minha consciência me acusa. E amar nunca foi pecado!




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