A psicologia aplicada no Brasil, segundo zanelli (1994), começou com a psicologia aplicada ao trabalho, através da criação de cursos e Instituições e da publicação de textos importantes


suprimento/administração de pessoal



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suprimento/administração de pessoal (planejamento de cargos, movimentação e desligamento, remuneração e benefícios, controle de Recursos Humanos, Planejamento de Recursos);

  • qualificação/desenvolvimento de pessoal (Estágios e formação de mão-de-obra, desenvolvimento de carreira e planos de sucessão, desenvolvimento gerencial, Desenvolvimento de equipes);

  • comportamento organizacional (cultura organizacional);

  • condições de trabalho/higiene (Segurança/prevenção de acidentes de trabalho, ergonomia, saúde ocupacional, programas de ajustamento e bem estar, assistência psicossocial);

  • relações de trabalho (programas de integração, regulação de conflitos, mudanças nos padrões de gestão; mudanças na organização do trabalho);

  • mudança organizacional (programas de qualidade de vida no trabalho; programas de qualidade total).


    O terceiro movimento de ampliação da área de atuação, que se caracterizava pela de intervenção técnica, passa para uma inserção estratégica e política “(...) existe uma ampliação do foco ou da unidade básica de intervenção do psicólogo: inicialmente centrada nos processos de mensuração psicológica para seleção e alocação, a intervenção amplia-se ao voltar-se para a qualificação dos indivíduos”. (BASTOS, 1990)

    Neste último movimento o autor faz referência à crescente ênfase na pesquisa e que esta irá requerer mudanças tanto na cultura das organizações quanto no “desenvolvimento de competências específicas relacionadas à concepção, planejamento e execução de pesquisa” . (BASTOS, 1990)

    Podemos perceber a variedade das possíveis áreas de atuação do Psicólogo do Trabalho nas organizações. Digo possíveis, pois há ainda uma lacuna entre o que se faz na área organizacional e o que são considerados como os campos de intervenção desse profissional da área de comportamento humano.


    Poderíamos dar outros exemplos do desenvolvimento da psicologia organizacional, mas basta dizer que esta prática muito tem ajudado a melhorar as organizações e as condições de trabalho para os funcionários. O campo cresceu de seu foco inicial (produtividade) para abranger outras diferentes áreas. A psicologia organizacional tem muito ainda a oferecer para a operação das organizações e o bem-estar dos funcionários. Seu futuro é promissor, pois as organizações continuam necessitando de ajuda nas questões relativas aos funcionários, grande “filão” dessa especialização da ciência psicologia: saúde mental/psicopatologia do trabalho; estresse ocupacional; síndrome de burnout, Karoshi; condições de trabalho; organização do trabalho; saúde mental e segurança no trabalho, dentre outros trabalhos possíveis.




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