A problemática desta pesquisa se origina a partir da análise de três paradoxos identificados na sociedade moderna



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INTRODUÇÃO


Esta pesquisa tem por objetivo analisar o valor da experiência vivida pelos estudantes da Terceira Idade ao estruturar uma reproposta de vida na aquisição de conhecimento, como participantes do Projeto Universidade Aberta à Terceira Idade da USP. Motivados a encontrar um novo significado para suas vidas na universidade, esses homens e mulheres contribuem para rediscutir o conceito de velhice no Brasil. Ao propiciar o encontro entre jovens e idosos nas salas de aula, a universidade aberta se torna o espaço do encontro, do diálogo, da possibilidade de recomeçar a vida fora dos deveres de casa, da tensão e muitas vezes do conflito dos saberes cotidiano e científico.

A problemática desta pesquisa se origina a partir da análise de três paradoxos identificados na sociedade moderna. Primeiro, é a crise da experiência identificada justamente no momento em que este conceito parece atingir seu ápice com as novas tecnologias de informação. Nunca se falou e se escreveu tanto sobre o conceito de experiência, como se vê atualmente e, no entanto, a palavra soa com sentido indeterminado. A experiência do idoso é tratada meramente como os anos vividos, como se a duração da vida fosse sinônima automática de intensidade. Por isso, uma das propostas desta pesquisa é redefinir o conceito de experiência, como a possibilidade de que algo nos aconteça ou nos toque durante a nossa existência. É viver os verdadeiros dramas da existência humana.

O segundo paradoxo é o da desvalorização do passado, mantido por um discurso de valorização da juventude, cuja exigência é impor ao idoso como único caminho o estar em sintonia com os novos tempos. Essa prática de ação perpetuada por uma política pragmática parece ir em sentido inverso ao da reformulação do conceito de velhice disseminado pela mídia. Mero engano. A máscara dessa ação começa a ser derrubada: a predisposição dos estudantes da Terceira Idade em pôr uma pedra no passado indica a necessidade de seguir o trilho do desenvolvimento irreversível para superar o estado de angústia de ser marginalizado pelo sistema. Essa necessidade se traduz em agarrar o presente com espírito rejuvenescido, para conquistar um valor na modernidade em que se despreza o sujeito pelos acréscimos dos anos vividos.

A denúncia deste comportamento é que os homens e mulheres, olhados somente como algo no passado, como seres de uma outra estrutura social que não tem mais sentido no agora, não existem dessa forma. Ao mesmo tempo, esse sentimento mostra como os sujeitos da memória foram, por um desvio de significado, transformados em prisioneiros da recordação. Se o homem sente não ter vivido como homem sua vida, se a sociedade lhe negou o significado da existência, então negar-lhe o presente também é uma forma de retirar o sentido da vida que ainda pulsa. A reproposta de uma nova vida é a substância cujo vigor o instigará a mudar a realidade. O objetivo desta pesquisa é apontar a forma como o homem é levado a suspender seus sonhos em nome de um princípio de realidade e dialogar com esses sujeitos sobre a importância do testemunho de suas vidas, desse estado de angústia para provocar uma mudança social.

O terceiro paradoxo trata da conseqüência dos dois primeiros: a substituição da sabedoria cotidiana por um conhecimento científico, traduzido muitas vezes como sinônimo de capacidade de gerenciar informação. Esse movimento é feito seguindo a necessidade de encontrar algo fora de seu cotidiano, dos afazeres do dia-a-dia que lhe dê sentido à vida. Nesse caminho, a universidade aberta é um ponto fundamental para se contrapor a qualquer discurso pragmático da ultravalorização científica e contribuir para resignificar o cotidiano.

Em busca do esclarecimento, do evoluir sempre, esses estudantes se distanciam cada vez mais de outros homens e mulheres com os quais convivem no dia-a-dia, aumentando a distância de comunicação em sua realidade. Agora, esses velhos já não são mais os discriminados. Para a maioria deles, ser integrante da Terceira Idade não significa ser velho. Os estudantes da Terceira Idade passam a ser jovem também. A busca desses homens e mulheres é relegar ao segundo plano os saberes cotidiano pelo conhecimento científico – o que pode resultar no abandono de suas vivências e memórias. O paradoxo é que, ao recorrer a universidade com este sentido, esta instituição lhe imprime uma outra força contrária, que consiste no valorizar a experiência de vida, a memória e o saber cotidiano desses homens e mulheres. Há com isso uma tensão e algumas vezes um conflito entre o que propõe a universidade e a política pragmática que movimenta o social. No centro desse embate está o homem e a mulher da Terceira Idade vivenciando o Tempo de Alegria.

A pergunta inicial que direcionou esta pesquisa teve início durante o período de graduação de Jornalismo na Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep): por que a maioria das pessoas despreza a experiência do outro na construção de suas realidades de vida? Na elaboração de trabalhos acadêmicos, durante as conversas com integrantes dos grupos, debate com professores e principalmente na análise das discussões para o projeto experimental da Unimep, verificava-se que as diferentes histórias de vida de cada aluno, enquanto indivíduos, não contribuíam diretamente para a construção crítica dos debates. Entre os integrantes dos grupos constituídos, não havia troca de conhecimentos, já que cada um se agarrava à própria opinião. As conseqüências desse comportamento podiam ser medidas em projetos e matérias superficiais, alheias às experiências dos alunos, com análises muitas vezes apresentadas com enfoque despido de historicidade.

A questão essencial neste debate é: qual o significado do desenvolvimento do homem, enquanto ser social, uma vez que poucos se interessam por suas experiências? Esse diagnóstico tomou outra proporção analítica ao identificar na sociedade contemporânea a sustentação deste problema por uma política pragmática. A ausência do diálogo e o desprezo pela experiência são duas das problemáticas discutidas no campo da comunicação e, de maneira direta, influenciam decisivamente no valor do ser velho como sujeito histórico no país. A aflição de uma entrevista pode ser resumida a uma de suas frases: não há dor maior que a perda da comunicação com o filho. Ou, traduzindo esse sentimento: não há dor maior que o rompimento comunicacional com o mundo ao qual se dedicou grande parte da vida e que o forçou a adiar a realização dos sonhos.

A definição de usar como base desta pesquisa a Universidade Aberta à Terceira Idade implicou reconhecer sua importância dentro das propostas implementadas no Brasil, cujo objetivo é inserir o idoso na Modernidade. No decorrer da investigação se observa que o seu valor transcende o simples aspecto de ser um espaço de sociabilidade mais gratificante entre os idosos. A universidade aberta é a porta de entrada de homens e mulheres para cultivar o encontro e assim revigorar essa forma de experiência tratada como superada pela influência da mídia na cultura.

A pesquisa de campo teve início no segundo semestre de 2000 e se estendeu até o segundo semestre de 2001. Para realizá-la defini como critério entrevistar os alunos inscritos nos cursos regulares e de introdução à informática em São Paulo e Piracicaba. Com exceção de dois estudantes de Piracicaba, todos os demais entrevistados foram acompanhados em sala de aula no decorrer de cada semestre. Ao optar por essa metodologia de acompanhamento em sala de aula, tive a preocupação de analisar os processos de estudos, sem remeter esse trabalho à outra linha de pesquisa da ECA – Comunicação e Educação.

Compartilhar durante um semestre o mesmo ambiente desses idosos contribuiu para estreitar a relação com cada sujeito e identificar suas interrogações, frustrações, desejos, o que permitiu explorar algumas questões mais contundentes nas entrevistas. Essa abordagem permitiu ter clareza do impacto desse encontro e a reação tanto dos jovens como dos idosos. Somado a isso, pôde-se compreender melhor a nova leitura da realidade por esses estudantes, desta vez sustentada por conceitos de autores apreendidos nos cursos e os quais passavam a discorrer na interpretação sobre suas vidas e a realidade brasileira.

Selecionei para a entrevista, prioritariamente, os estudantes da Terceira Idade que apresentaram o seguinte perfil:


  • Realizavam pela primeira vez um curso na USP

  • Cursavam a disciplina complementar ou participavam de outros cursos na mesma escola

Essa seleção foi realizada por meio de contato com os estudantes e da identificação do perfil realizada no decorrer do curso.

As questões da entrevista, entre outras, versaram sobre:



  • Os motivos que os levaram a retornar aos estudos: expectativas e perspectivas de vida.

  • Mudanças provocadas no cotidiano de suas vidas ao ingressarem no Projeto da USP

  • Análise da situação dos idosos na sociedade brasileira

  • Valorização da sociedade por suas experiências de vida

  • Influência dos meios de comunicação em suas vidas

Do universo de 35 estudantes, entrevistei, ao todo, sempre ao final de cada curso, nove estudantes da Terceira Idade, sendo quatro de São Paulo e cinco de Piracicaba (Esalq). As entrevistas foram gravadas em fitas cassete e transcritas. Consciente de a entrevista ser um diálogo possível, como contextualiza Cremilda Medina, em seu trabalho de título homônimo, procurei respeitar a individualidade de cada entrevistado. O resultado foi a coleta de uma variedade de discussões e riqueza de argumentos, enriquecidos com a surpresa dos estudantes de suas próprias capacidades analíticas sobre suas vidas e outras temáticas, as quais fundamentavam com base teórica em autores que discutiam em cada curso. Para avaliar com riqueza as entrevistas, sem transformar esse projeto de Comunicação e Cultura em uma pesquisa etnográfica, distribuí os depoimentos em categorias de análise.

Somado a isso, tive o retorno por escrito de mais sete questionários de estudantes de outras disciplinas. O questionário foi utilizado em classes onde havia dois ou mais estudantes inscritos. Por meio do acompanhamento em sala de aula pude mapear o perfil de todos os idosos participantes nas disciplinas analisadas. É importante salientar que o objetivo da entrevista não era conseguir uma descrição de várias temáticas dos entrevistados ou um registro de memórias. A proposta é dar voz a esses homens e mulheres para que seus medos, anseios, frustrações, alegrias sirvam como testemunho para a sociedade brasileira.

Pode-se descrever duas fases de desenvolvimento de análise desta pesquisa. A primeira centra-se no material preparado para a qualificação e a segunda na busca de argumentação, reelaboração, análise e exatidão de conceitos depois do exame de qualificação. No período anterior à qualificação, a proposta estava voltada a um plano: o da interpretação dos dados obtidos por meio das entrevistas, em confronto com a proposta inicial do projeto e o referencial teórico.

Esse plano fez considerar como primordial desta pesquisa a garantia de partir de uma premissa teórica correta para dialogar com os sujeitos da pesquisa. A segurança nesse caminho possibilitou ter uma base de sustentação para, em seguida, não só interpretar os dados coletados como contextualizar com a realidade histórica. Para isso, iniciou logo uma série de conversas com professores pesquisadores das áreas voltadas aos problemas da velhice e da comunicação a respeito da análise que elaborava como ponto de sustentação da dissertação. O relatório de qualificação constou da apresentação de categorias de análise capazes de identificar os depoimentos dos estudantes da Terceira Idade a serem analisados.

As conversas com os professores auxiliaram não só a reafirmar muitos pressupostos teóricos durante o período de análise bibliográfica e nos relatórios em salas de aula, como também aprofundar a análise sobre alguns conceitos na segunda fase. E o principal deles é o diagnóstico de uma falta de criticidade do movimento histórico em que ocorre a substituição dos conceitos de velho, idoso e Terceira Idade no Brasil.

Com a base teórica definida e delimitada de acordo com a análise dos depoimentos coletados, pôde-se compreender o momento político atual em que o valor da velhice é separado da sabedoria, assim como entender o conflito desse processo excludente com a prática pedagógica formulada pela USP à Terceira Idade. Os homens e mulheres que retornam aos estudos na universidade aberta passam a vivenciar outra realidade daquela contida no discurso disseminado pela mídia, em que se privilegia um determinado tipo de envelhecimento positivo. Esse grupo priorizado pelo sistema é nominado nesta pesquisa como Idade do Lazer. Esse embate paradoxal apresenta dois resultados, entre outros, distintos: ao mesmo tempo em que se constrói uma cultura da Terceira Idade, indicando a valorização do ser velho, constatam-se os efeitos de uma política pragmática, com o intuito de acentuar a marginalização da velhice, desta vez pela Teoria da Atividade, numa nova forma de conspiração do silêncio.

Ao identificar esse aspecto pode-se responder à uma questão que parece se apresentar como contraditória: o conflito entre o otimismo dos estudantes e o pessimismo de pesquisadores decorre da denúncia, destes últimos, a essa política pragmática que se estende da substituição do termo Terceira Idade ao idoso e velho até a “imposição”, no cotidiano, da proposta de um novo conceito de experiência. Na prática, esse novo emprego do conceito de experiência positiva estabelece ao sujeito o desprendimento das experiências vividas, mantendo-as aprisionadas a outra época, que hoje se apresenta como antiquada, e se lance ao novo, ao que desafia a juventude na modernidade.

Está explícito, pelos depoimentos, que a alegria despertada nos estudantes é determinada pelas novas oportunidades abertas para a concretização de sonhos. E é analisando essa totalidade, ao invés de seguir somente pelo pessimismo ou pelo otimismo, no isto ou aquilo em que se orientam os grandes críticos do século XX, que será possível identificar os significados da velhice na sociedade contemporânea. Esse novo conceito de velhice construído na década de 70 precisa ser contextualizado na história do país para evitar que se adaptem os depoimentos à teoria ou vice-versa.

Esta análise permitiu redirecionar o emprego do conceito de memória na pesquisa, um passo essencial para redefinir outros critérios de análise. Identifica-se como ponto essencial desta dissertação discutir a importância do passado, materializada na experiência de vida dos estudantes e nos avanços das recentes pesquisas. As entrevistas foram contextualizadas por meio de análise comparativa dos aspectos sócio-econômico-culturais e a discussão sobre a memória orientada na análise das peças Donana e Últimas Luas.

Para mostrar no cotidiano as implicações dessa Sociedade de Informação e Comunicação serão analisados dois dos aspectos mais levantados pelos estudantes: obter conhecimento por meio do estudo e manter-se sempre atualizado. A perda da comunicação com os filhos, com outros integrantes da Terceira Idade, o diálogo restrito com os jovens refletem, como exemplos, o significado dessa sociedade da Informação e da Comunicação.

Com isso, houve uma clara seleção e delimitação do referencial teórico a ser trabalhado na pesquisa. O ponto de referência da análise foi contextualizar os problemas levantados pelos estudantes nas entrevistas com as temáticas discutidas nos trabalhos de Teoria da Comunicação. Esse procedimento analítico permite esclarecer que esta pesquisa não é um estudo de casos. A proposta é analisar a experiência de estudantes da Terceira Idade como meio de interpretar o significado da universidade aberta no Brasil. Não se pretende com essa análise generalizar para todo o movimento da Terceira Idade, já que a prática de outras universidades é diferente. Entretanto, a proposta é mostrar a experiência de parte desses homens e mulheres que se lançam a uma reproposta de vida e, ao mudarem suas realidades, provocam uma mudança sócio-cultural no país.

Esta dissertação apresenta a seguinte estrutura: no capítulo 1 “Tempo de Rebeldia: Tempo de Alegria” o objetivo é mostrar a alegria dessa experiência demonstrada pelos estudantes da Terceira Idade e identificar a proposta da universidade aberta da USP. A essência do projeto da USP é valorizar a experiência e memória desses estudantes, possibilitar uma troca de experiência com os jovens e vislumbrar um movimento político com a cultura da Terceira Idade. Para a concretização dessa proposta, a universidade precisa superar o discurso da mídia, cujo valor está ligado somente à cultura do divertimento. Se o passado é retomado, é somente com o intuito de diversão, e não de mudança social. A análise inicia com a discussão de como o conceito de Terceira Idade é apropriado no Brasil, os motivos e os significados do retorno aos estudos e a diferença entre o que nomino como integrantes da Idade do Lazer com a Idade da Razão.

A proposta do segundo capítulo é mostrar a “Marginalização e Proposição” na sociedade moderna. Essa continuidade da conspiração do silêncio denunciada por Simone de Beauvoir, no início da década de 70, deve-se à rejeição dos estudantes da Terceira Idade em serem chamados de velhos. E o principal ponto de marginalização é a falta de sentido ao atingir a aposentadoria, o que exige refletir sobre os reflexos de um trabalho com o qual não se identifica. Mas a suposta tranqüilidade do sistema excludente é periodicamente perturbada. A força do testemunho de Ana, em 1975, no espetáculo Donana, e de um ex-professor de Literatura, em 1999, com Últimas Luas, no teatro, tem o mesmo propósito: enquanto os velhos não forem tratados com dignidade, a velhice está longe de ser considerada a idade da sabedoria. A análise dessas obras é uma forma de recuperar um valor perdido na sociedade contemporânea e que é o intuito do artista: o de comover as pessoas. A arte, a cultura, não podem ser considerados como algo à parte de nossas vidas.

No capítulo 3 a análise do “Saber Cotidiano x Conhecimento Científico” procura elucidar uma problemática encontrada nas entrevistas: a predisposição dos estudantes a novas experiências na modernidade se configurará no desprezo dos mesmos sujeitos por suas outras experiências? A proposta é mostrar a hierarquização valorativa dos estudantes, segundo o qual o conhecimento científico se sobrepõe ao saber cotidiano e ao mesmo tempo o conflito de estar em uma universidade onde se incentiva exatamente o inverso desse caminho: a importância do cotidiano. A universidade propicia uma nova forma de transmitir o saber, porém, esse processo só tem significado com a expectativa depositada pelos homens e mulheres da Terceira Idade nos “Novos Homens”. O capítulo termina com a discussão sobre “A Crise da Experiência”, materializada na criação da Universidade Aberta da USP e sua importância para redefinir a experiência, como o cultivo da arte do encontro.

Reconceituar a experiência é o objetivo do quarto capítulo em “Saber das Experiências”. O conceito, empregado por Jorge Larrosa durante uma conferência na Unicamp, é retomado neste projeto para indicar o significado de experiência. A discussão deste capítulo mostra as possibilidades e as frustrações de autores como John Thompson, Marshall McLuhan, e Pierre Lévy que encontram nos meios de comunicação a possibilidade de uma explosão de experiências como contraponto ao seqüestro desta no cotidiano por instituições especializadas. Esse debate é enriquecido com a análise dos comentários dos sujeitos das pesquisas sobre as potencialidades da Internet para os idosos. O capítulo termina mostrando “A Transformação da Realidade” na vida de dois estudantes de níveis sócio-econômico-cultural diferentes: o autônomo David Barboza de Menezes, 72, em São Paulo e a enfermeira Dalva Mattoso Argoud, 71, em Piracicaba1.




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