A escola de educação infantil e as crianças difíceis



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Encontro06.06.2018
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A escola de educação infantil e as crianças difíceis sob a ótica da psicanálise: quatro pilares para uma nova prática

Tânia Maria Asturiano de Campos Rezende – mestranda em Psicologia e Educação (FE-USP), diretora de escola de educação infantil em SP, graduada em Psicologia (PUC-SP), formação em Psicanálise (CEP-SP)

email: taniarezende@usp.br

Resumo

A infância como período idílico é um mito há muito derrubado pela psicanálise, que embasa um questionamento sobre o uso corrente do termo “crianças com necessidades educativas especiais”, para colocar em perspectiva diferente a questão da inclusão escolar. Na educação infantil, durante os primeiros anos de vida, podemos considerar que todas as crianças apresentam necessidades especiais em algum momento e mobilizam em nós, adultos, fantasias e medos, tanto ligados a preconceitos conscientes quanto a desejos inconscientes. A escola não pode se organizar para evitar tal angústia, mas sim para enfrentá-la e, até mesmo, utilizá-la como motor dos processos de aprendizagem. Faz-se necessário sair da visão desenvolvimentista para a visão da criança como sujeito desejante, condição que nos iguala (a todos, adultos e crianças, ditas normais ou não) e ao mesmo tempo nos diferencia, evidenciando que há uma singularidade irredutível em cada um de nós.Não se trata, portanto, de adotar metodologias que visem o controle, a transmissão de informações e a simples sujeição das crianças às regras. Tal empreitada só é possível como uma antimetodologia, ou seja, como um jeito “artesanal” de trabalhar, baseado em quatro pilares que configuram um espaço de escuta e de responsabilização subjetiva: quanto ao professor, ser autor de seu planejamento; quanto à criança, uma rotina calcada no brincar; quanto aos pais, serem incluídos no processo de educação escolar e, quanto ao gestor, assumir seu papel sem se confundir com ele.


Palavras-chave: psicanálise e educação infantil; inclusão escolar; gestão escolar
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