A educaçÃo básica na relaçÃo com a diversidade cultural e a heterogeneidade linguística em cabo verde liziane Patrícia Silva Monteiro Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação Setembro 2013


Culturas em contacto, alicerces da identidade cultural cabo-verdiana: situação histórica e sociocultural



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1.1 Culturas em contacto, alicerces da identidade cultural cabo-verdiana: situação histórica e sociocultural


A palavra cultura1 é etimologicamente derivada do latim (cuidados prestados ao campo ou ao gado). Deambulando por áreas como etnologia, sociologia, psicologia, psicologia social, linguística, psicolinguística chegou a objeto próprio da antropologia. Contudo, antes do conceito antropológico de cultura, foi interpretada como algo que o indivíduo adquire com base na sabedoria e no trabalho intelectual “fulano tem cultura”.

Até hoje não se chegou a um consenso da definição de cultura (ver Nota complementar (ver NC1, pág. 3 do anexo), a prova disso temos nas inúmeras definições nas mais diversas áreas. Entre as mais frequentes no âmbito da psicologia gostaríamos de explanar Herskovits (1955) para quem a cultura “é a parte do meio feito pelo Homem”, Skinner (1981) a cultura “é um conjunto de listas de reforço”, Hofstede (1980) cultura “é como um programa de computador que controla o comportamento” e, posteriormente, precisamente em 1991, o mesmo autor definiu a cultura como o software da mente.

Antropologicamente, a cultura vem sendo interpretada a partir da etnia, das práticas culturais e modos de entender o mundo que distingue os seres humanos uns dos outros. Consideramos importante o dizer de Neto (2008) ao sustentar que está subjacente ao conceito de cultura que diferentes pessoas poderão ter diferentes valores, crenças, atitudes e motivações. A conceção antropológica de cultura representa padrões gerais de pensamento e ação do ser humano em tempo e espaço, nos quais conceitos como identidade étnica, religião, sexo, género, estilo, maneira, filosofia e estilo de vida são partes centrais. Por conseguinte, cultura é algo que nos identifica e com que nós nos identificamos, como a arte, a música, a literatura, a língua, a história, modos de vestir, formas de casamento e construção de família, padrões de trabalho, cerimónias religiosas, atividades de lazer entre muitos mais. Quer isto dizer que todas as culturas têm os seus próprios padrões de comportamento, que parecem estranhos às pessoas de outros contextos culturais. Desta forma não podemos compreender as práticas separando-as das culturas em que estão inseridas, mas sim nos termos dos seus próprios significados e valores.

Entre as definições apuradas verificamos uma certa cumplicidade entre a cultura, o inato e o adquirido, concebida como um carácter distintivo do ser humano, emergente em interações adaptáveis transmitidas através do tempo, das gerações e de elementos partilhados (ver NC2, pág. 3 do anexo).

Da fusão de múltiplas identidades, nacionalidades e classes sociais diferentes europeus - livres (portugueses) responsáveis pela formação económica, política, educacional e religiosa; e africanos (escravos, camada maioritária) da costa africana vindos do Golfo da Guiné, do rio Senegal à Serra Leoa -, convivendo no mesmo cenário social delineando a configuração de uma identidade coletiva, originou uma nova identidade cultural africana, a cabo-verdiana. A isso Glissant (1997) denominou de crioulização: “define-se no âmbito de um contacto de várias culturas ou ao menos vários elementos de culturas distintas, num canto do mundo, tendo por resultado um dado novo, totalmente imprevisível por relação à soma ou à simples síntese desses elementos” (p. 37).

A formação sociocultural (vivências do seu povo), a miscigenação da linguagem, situada histórica e estrategicamente, foram moldando ao longo de séculos de coexistência no tempo e no espaço caraterísticas próprias do povo, conferindo a identidade nacional. Refere Matos (2008) que “foi esta miscelânea de etnias que contribuiu para a crioulização da sociedade” (p. 17). Sobre miscigenação Lopes Filho (2003) diz “talvez tenha sido o fula muçulmano, escravos trazidos do interior, mas a maioria seria de negros sudaneses” (p. 118). E acrescenta que neste processo de mestiçagem cabo-verdiana as influências de Portugal e do litoral da Guiné foram significativas na formação desta cultura.

Nesse processo de miscigenação/mistura2 também participaram espanhóis, franceses (normandos3 e bretões4), ingleses, holandeses e outros, de origem nórdica e japonesa. Alguns foram trazidos como escravos, outros desterrados, trazendo consigo culturas diversas.

Desta forma, subentende-se que a mestiçagem da cultura cabo-verdiana é o resultado de um mosaico de culturas, um espaço híbrido5 e diaspório mobilizando a construção de uma identidade aberta, em construção permanente, o que supõe que tal como as outras culturas, a cabo-verdiana não é pura. A aceitação da hibridização cultural é uma condição para a paz social, pois da pretensão da humanidade em promover a unidade étnica-cultural surgiram trágicas consequências como a eliminação e negação do diferente, o genocídio, o holocausto, a escravatura, as perseguições religiosas, entre outros.

A lógica da hibridização é defendida em Cabo Verde pelo escritor Manuel Veiga, no ensaio “cabo-verdianidade e africanidade” ao demonstrar que na cultura cabo-verdiana existe componentes europeus e africanos, e que, sendo os cabo-verdianos um povo mestiço não podem negar nenhum deles Veiga (2002). Contudo, houve no país um processo de seleção cultural, surgindo grupos com sentimentos e espíritos de superioridades raciais e culturais, como manifestação do etnocentrismo e negação da africanidade, o afastamento em relação à África, assumindo uma identidade cultural próxima da europeia6. Como sustenta Lopes (citado por Rodrigues, 2010), muito mais importante do que discutir se culturalmente Cabo Verde é Europa ou África, será estudá-lo tal como é, na sua realidade viva, no seu contexto dinâmico, na sua interioridade.

Este novo povo subdividiu-se em dois grupos: de um lado os que procuraram manter a origem da africanidade com a expressão do nacionalismo e do outro os que mais se identificavam com a cultura europeia pelo sentimento e espírito de superioridade cultural, manifestando o etnocentrismo, a negação e o afastamento do lado africano, assumindo uma identidade cultural próxima da europeia. Isto é, a sociedade cabo-verdiana também passou por um processo de seleção cultural7.

A célebre experiência de Sherif (1970) pôs em evidência a existência de conflitos intergrupais criados pelos seus membros a partir do processo de diferenciação ‘eles/nós’, o que permite saber quem pertence ao grupo e quem não pertence. Segundo o autor, a categorização do mundo social nessas oposições é o resultado da competição intergrupal com o intuito de se obter objetivos que todos desejam, mas que só um pode atingir. A propósito, assinala Garcia (citado por Silva, 2008), que o encontro entre dois grupos humanos dá-se sempre numa relação desigual ou, dito de outra maneira, em termos de maioria-minoria, (...) que se traduz na maior parte das vezes numa interação de imposição das maiorias sobre as minorias. E, refere Edney (1980) é quando os dois grupos são obrigados a cooperar para que cada um obtenha o pretendido que se preconiza a interdependência entre os indivíduos.

A diversidade de povos com habilidades e saberes específicos levou à hierarquização da sociedade cabo-verdiana. Por um lado, os brancos europeus, forros, mestiços (união do homem branco com a mulher negra), escravos (fundamentais para o desenvolvimento do arquipélago com a sua força de trabalho) e, por outro lado, os escravos fujões que viviam à margem da sociedade organizada. A camada mestiça foi gradualmente reconhecida pela sociedade, acabando por ocupar cargos administrativos e ascenderem socialmente. Peixeira (2003) defende que “a extensão da mestiçagem tinha também repercussões sentimentais e sociais” (p. 66).

Para melhor compreender o arquipélago de Cabo Verde ter-se-á de recuar ao século XV altura que, segundo a versão que prevalece, foi oficialmente descoberto sem indícios de anterior presença humana por Diogo Gomes e António da Noli, precisamente em Maio de 1460, enquanto servidores da coroa portuguesa. Contudo, há quem tenha levantado a hipótese que em tempos remotos, antes da chegada dos portugueses, as ilhas de Cabo Verde terem sido visitadas por povos de outras regiões do globo nomeadamente da Costa Ocidental Africana e do Mediterrâneo. Os escritos de António Carreira são (interpretados pela historiadora cabo-verdiana Elisa Andrade, 1997), onde refere que embora a documentação antiga apresente as ilhas como desertas à chegada dos navegadores portugueses, não se deve excluir de todo a hipótese de Santiago ter sido, anteriormente, refúgio de um pequeno grupo de náufragos jalofos, lêbus e sereres - grupos étnicos do Senegal - África - considerados, supostamente, isto é, como hipótese, terem estado na ilha de Santiago em Cabo Verde, antes da chegada dos portugueses.

Localizado no Oceano Atlântico figs. 1 e 2 (pp. 9-10 do anexo) a cerca de 455 km da costa africana, este país insular de origem vulcânica com 4033km2 de superfície é constituído por dez ilhas e oito ilhéus. O sentido dos ventos predominantes divide-o em dois grupos: Barlavento - ao Norte, e Sotavento - ao Sul (ver NC3, pp. 3-4 do anexo).

O povoamento das ilhas teve início em 1462, mas prolongou-se até ao século XVIII. De modo geral beneficiou da posição geo-estratégica do país servindo como ponto de escala para as grandes rotas de navegação atlântica que ligavam Europa, África e Brasil. Destaca-se o tráfico e comércio de escravos que começava a crescer naquela altura, tornando o arquipélago um centro de concentração e dispersão de homens, plantas e animais (ver NC4, pág. 4 do anexo).

Para garantir a sobrevivência da população apostou-se em atividades como agricultura, pesca, indústria, comércio, transporte, serviços administrativos, bem como no turismo, desenvolvidas nas ilhas que apresentavam melhores condições para tal (ver NC5, pp. 4-5 do anexo). Contudo, paralelo a vários esforços o país sofreu desde o século XVI, anos de 1580 a 1583, constantes deteriorações das condições climáticas, secas prolongadas e suas consequências: pestes, fome e a morte de muitos filhos da terra. Carreira (1984) descreveu este fenómeno como sendo de extrema complexidade, onde as nuvens são água pairam errantes, fugidias, ingratas, nos céus gloriosos. Questionando a razão de não chover durante anos, e, por conseguinte, de longas estiagens, responde esperançoso de um dia chegar em que as chuvas voltam a cair mais ou menos abundantes.

A decadência sustentada por uma economia pobre e de subsistência e a sua constante deterioração aliada à inexistência de recursos naturais levaram ao decréscimo do interesse comercial do arquipélago para a metrópole, levando a uma precariedade extrema na saúde, higiene, alimentação, etc., deixando marcos nos escritos de Carreira (1977)8. Ao tentar caracterizar o que se vivia no país nos séculos passados o estudioso acima referido (como emite Matos, 2008), assinala que fome e doença estão como partidos rotativos: quando um impera, outro descansa e assim sucessivamente.

Embora atualmente o país se encontre num nível de desenvolvimento humano médio, graduado pela Organização das Nações Unidas - ONU em 2008 ao grupo de Países Menos Avançados, continua a ter fragilidades como a falta de emprego, salários baixos; débil investimento, fraco desenvolvimento industrial; deficiente orientação dos recursos existentes; insuficiente assistência social entre outros fatores que traçaram muito cedo o destino de Cabo Verde e do seu povo, encontrando na emigração uma alternativa para o restabelecimento do equilíbrio entre a população e os recursos disponíveis.

A emigração iniciou-se em Cabo Verde pouco depois do seu povoamento. Por razões históricas e causas socio-económicas já nomeadas, converteu-se na única saída para as suas gentes, económica e culturalmente afetadas a espalharem-se pelo mundo. Como nos diz (Rodrigues, 2010) “Os crioulos cabo-verdianos descobriram muito cedo, que as fronteiras não são limites” (p. 19).

Ao longo destes séculos têm processado e evoluído de diferentes formas desde forçada à clandestina; tipos intra-ilhas, inter-ilhas (ver NC6, p. 5 do anexo), chegando ao inter-continental; para diferentes destinos (Africa, América e Europa destacando Portugal por servir de plataforma giratória para outros países do continente) e motivada por distintos fatores, (ver NC7, p. 5 do anexo).

Esta nova oportunidade, simultaneamente vivida com o dilema “ter que partir e querer ficar ou querer ficar e ter que partir”, começou a se fazer sentir, sobretudo na camada jovem masculina em idade ativa provenientes maioritariamente de famílias mais vulneráveis. Trabalhando essencialmente na construção civil e nos navios, sujeitos a más condições de vida, vivendo em bairros degradados ou nos próprios locais de trabalho, marginalizados socialmente, tudo para manter o compromisso com a família nativa, expressado através de envio de remessas financeiras revelando como um fator de grande peso na economia cabo-verdiana. Góis (2004) diz: “O envio de remessas, de múltiplos tipos, assegurava as ligações entre a ‘nha terra’ ou terra de origem e a ‘terra longe’ ” (p. 16). Gradualmente este fenómeno foi-se generalizando chegando à classe feminina, aos músicos como refere Caldeira (2000) até aos políticos diz Góis (2004).

Da necessidade ao sonho de partir, de conhecer terra longe, lugares distantes e ‘melhores’, os cabo-verdianos levaram a saudade, a ilusão e o objetivo de ter oportunidade de triunfar e voltar “o com dever cumprido”, pois, as raízes ficaram em Cabo Verde.

Góis (2002) entende que:

Estes emigrantes nunca se desligam das pequenas aldeias de origem, mantendo contactos a diferentes níveis: diários (por telefone); regulares (por carta); enviando remessas de diferentes tipos para a família; ou através de visitas sazonais no Natal, na Páscoa ou nas férias”. (p. 141)


Independentemente da forma, do tipo, dos destinos e das motivações a emigração levou o cabo-verdiano ao contacto com etnias e culturas diversas. O ritmo da vida quotidiana e as imposições de sobrevivência na sociedade industrial obrigam os emigrantes a grandes transformações nos hábitos, com a necessária afetação dos padrões de comportamento até de alguns valores, e, no regresso trazem-no consigo. Refere Gomes (2008) que essas gentes trazem costumes de todas as partes do mundo onde estiveram e isto vai condicionar extraordinariamente a cultura.

Tais partidas afetaram a estrutura da população, tornando a classe feminina a maioritária. Por consequência aumentou o número dos inativos (crianças e idosos) em relação ao número dos ativos, delegando a mulher o papel de chefe de família, e da educação dos filhos, além das tarefas que tradicionalmente lhe cabia no quadro da produção agrícola e tarefas domésticas. Aos poucos esta foi ganhando espaço fora da esfera doméstica atingindo proporções maiores, a emigração.

Apesar das fortes marcas, influências externas e particularidades da presença dos diversos povos que se fixaram em Cabo Verde e da quase imposição de elementos da tradição lusitana como as manifestações folclóricas no arquipélago, as festas típicas religiosas, a forte influência do catolicismo9, o povo cabo-verdiano desenvolveu uma cultura muito própria que o difere dos restantes povos do mundo. Por a cultura não ser estática, ela tem por vezes mais de fatores externos de que próprios, à medida que as pessoas questionam, adaptam e refinam seus valores e práticas em função da mudança das realidades, trocas de ideias, diálogo com outras culturas em presença.

Enquanto portador de uma identidade, Cabo Verde têm manifestado através de símbolos e características específicas elucidadas nas mais diversas expressões, por exemplo, através da literatura. Considerando-a como retrato subjetivo da realidade, espera-se a valorização do contexto onde a mesma decorre.

Segundo Ataíde (1972):

(...) a obra de arte literária é um dado da cultura. A cultura é entendida como o conjunto de conhecimentos, atitudes, atividades, hábitos, recursos, técnicas, sentimentos, pensamentos e sensações de um grupo humano dentro de seu ambiente físico, social e psíquico. (...) A obra se faz sobre a linguagem, que é um acervo da cultura. Contém ideias e elementos culturais. Enriquece o grupo humano a que se dirige, com suas colocações, com o que levanta, com o conhecimento que implica, com uma visão nova do mundo e do homem. (p. 5)


Inicialmente, a literatura cabo-verdiana era essencialmente oral baseada em contos, adivinhas, provérbios e lendas. Entretanto, ganhou espaço no âmbito da pintura, artes plásticas, artesanato, cerâmica, esteiraria, música e dança (cantigas de trabalho - no campo e nos trapiches na produção do grogue, batuque, funaná, coladeira, morna), assim como a gastronomia (cachupa, prato genuinamente crioulo), manifestações religiosas, políticas, rituais (nascimento, batismo, casamento e morte) entre outras. No dizer de Maurice (1997), estas tradições têm mais expressividade no quotidiano da população rural, fechada sobre si mesma, e contêm especificidades inerentes a cada ilha. É de sublinhar que a relação estabelecida com este tipo de práticas é condicionada e moldada pela capital sociocultural e pela educação religiosa das famílias.

A elite intelectual relativamente desenvolvida que acompanhava a imprensa oficial introduzida por Portugal formaram uma unidade popular para lutar contra o chamado “deplorável política ultramarina portuguesa” afirmando que as vítimas dessa política desejavam ver-se livres do domínio português e desfrutar humanamente dos direitos inalienáveis à pessoa humana, o que serviu de impulso da consciencialização das condições desumanas que estavam sendo sujeitas e consequentemente ao desenvolvimento da literatura nacional.

Destacamos aqui o importante papel da Revista Cultura e Arte Claridade (1936-1960) fundada por Baltazar Lopes, Jorge Barbosa e Manuel Lopes cujo objectivo era “ser o testemunho vivo do respeito pelos valores cabo-verdianos” (Cavacas, 1996, p. 13), baseada no lema “fincar os pés na terra”, de olhos postos nos problemas de Cabo Verde e as condições de vida do seu povo (Lopes Filho, 2002, p. 581).

É também digno de referência o ímpar contributo, na história da literatura cabo-verdiana, dos movimentos literários das revistas Certeza e Ponto & Vírgula, que embora com algumas dificuldades encontraram nas suas narrativas o meio de mobilizar, construir e consciencializar a ideologia nacional impulsionando a produção artística, cultural, social, política e económica na busca da cabo-verdianidade (ver NC8, pág. 5 do anexo).

Na contemporaneidade vê-se uma rutura literária assente numa diversidade de estilos temas e ideologias consentâneas com a conjuntura de liberdade e abertura ao mundo. A título de exemplo o romance “Oju d’Agua” de Manuel Veiga (1987) com a intenção de mostrar a capacidade do crioulo para o campo literário. De entre os autores contemporâneos, destacamos Arménio Vieira e Germano de Almeida.

Os esforços tanto de grupos como de personalidades individuais mencionados manifestaram-se de diversas formas, desde melancólicas à exaltação patriótica no sentido de formar sujeitos críticos e conscientes do que se passava no arquipélago, tomando forma e cimentando bases para rumar à independência (ver NC9, pp. 5-6-7 do anexo).




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