A deus toda a glória



Baixar 2.69 Mb.
Página167/167
Encontro09.08.2018
Tamanho2.69 Mb.
1   ...   159   160   161   162   163   164   165   166   167
A priori, pensamos ser impossível que Deus permita o mal moral: o paganismo, a prostituição, venda de bebidas, o tráfico de escravos. Mas o pecado é um fato. Quem pode dizer até quando isso será um fato? Por que não seria para sempre? A benevolência que o permite agora pode permitir por toda a eternidade. E, se permitir pela eternidade, pode torná-lo sem dano, visitando-o com o castigo eterno. Lillie em Thessalonians, 457 – "Se a existência temporária do pecado e castigo conduzem ao bem, como podemos provar que a sua existência eterna pode não conduzir a um bem maior”? Não precisamos negar que banir os perdidos causa em Deus uma verdadeira tristeza. O choro de Cristo sobre Jerusalém expressa os sentimentos do coração divino: Mt 23.37,38 – "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa ficará deserta”; cf. Os 11.8 – "Como te deixaria, o Efraim? Como te entregaria, o Israel? Como te faria como Admá? Pôr-te-ia como Zeboim? Está mudado em mim meu coração, todos os meus pesares juntamente estão acesos”. Dante, Hell, III -- inscrição sobre o portal do Inferno: “A eterna justiça moveu Deus a criar-me; Obra da Divina Potestade, Da Suma Sapiência e do Primeiro Amor” (Citação de Edições de Ouro, pág. 60).

A.H. Bradford, Age of Faith, 254,267 – "Se alguém pensa na Divindade como um austero Monarca, que cuida da sua própria honra, mas não daqueles a quem ele deu o ser, é impossível o otimismo. O que dizer, pois, dos nossos amados que cometeram pecados? Aquele esplêndido menino que tinha uma tendência herdada – o que aconteceu com ele? Os milhões que com a pequena luz e poderosas paixões cometeram o erro – que é feito deles? As miríades sem conta que povoaram a terra em épocas do passado e não tiveram nem um motivo claro para a justiça visto que a sua percepção de Deus era obscura – "isto é tudo que se pode dizer deles: Em tormento eles estão ostentando a gloriosa santidade do Onipotente em seu ódio ao pecado? Alguns podem crer nisso, mas, graças a Deus, o número não é tão grande. ... Não; pena, remorso, desespero, são apenas sinais do profundo poder curativo da natureza das coisas, que sempre operaram e sempre operarão e que, a menos que haja uma reação, resultará, por vezes, em harmonia universal e imortal. ... A retribuição é uma lei natural; é de alcance universal; é ao mesmo tempo uma manifestação da beneficência que permeia o universo. Esta lei deve continuar a sua operação até onde o agente livre fere a ordem moral. Não se honraria a justiça nem o amor se se permitisse a uma alma esquivar da ação. Mas na retribuição ordena-se que o aguilhão seja mais curativo e restaurador do que punitivo e vingativo. ... Será que tal disciplina resiste eternamente? Não sabemos; mas é difícil entender o quanto pode estar desejando que assim seja, quando for revelada a plenitude da glória divina”.


e) Como a benevolência em Deus parece no princípio ter permitido o mal moral, não porque o pecado fosse desejável em si mesmo, mas só porque era incidente a um sistema que provia a mais alta liberdade possível e santidade na criatura; assim a benevolência em Deus pode, ao fim, permitir a existência do pecado e pode punir o pecador, como estas coisas são em si indesejáveis, porque são incidentes de um sistema que provê a mais alta liberdade possível e santidade na criatura através da eternidade.

Mas a condição do perdido só se torna mais desesperançada por causa da dificuldade com que Deus lhe apresenta a “obra estranha” do castigo (Is 28.21). A sentença que o juiz, com lágrimas, profere indica o terno e sofredor coração, mas também irrevogável. Pela própria apresentação do “juízo eterno” (Hb 6.2), não só pode um número maior ser considerado verdadeiro, mas um grau mais elevado de santidade entre os que estarão assegurados. O Endless Future, publicado pela South. Meth. Pub. House , supõe que o universo, ainda em sua infância seja uma eterna tendência à rebelião, e uma criação sempre crescente resguardada do pecado em vista do castigo exemplar. Mt 7.13,14 – "poucos há que a encontrem” – parece que pretende descrever a conduta dos homens então vivos, ao invés de prefigurar as duas correntes opostas da vida humana até o fim dos tempos”.

(1054) A.H. Bradford, Age of Faith, 239, menciona como causa da modificação do ponto de vista relativo ao castigo: 1. A crescente liberdade de expressão das convicções; 2. A interpretação da palavra “eterno”; 3. A doutrina da imanência de Deus; se Deus está em cada homem, ele não pode detestá-lo eternamente mesmo na sua própria manifestação na criatura humana; 4. A influência dos poetas: Burns, Browning, Tennyson, e Whittier. Whittier, Eternal Goodness: “O erro que maltrata a minha alma aqui embaixo, não enfrento no trono lá no alto: Não conheço a ira de Deus; conheço a sua bondade e o seu amor”. Consideramos o Dr. Bradford como o mais plausível defensor da restauração. Porém o seu ponto de vista é viciado por alguns pressupostos teológicos insustentáveis: 1. que a justiça é apenas uma forma de amor; 2. que a justiça, sem amor, é apaixonada e vingativa; 3. que a liberdade do homem é incapaz de um abuso perene; 4. que nem todos homens têm uma provação razoável; 5. que a porção de luz contra a qual eles pecaram não é levada em consideração por Deus; 6. que a imanência de Deus não abre espaço para a ação livre do homem; 7. que o objetivo de Deus na sua administração não é revelar todo o seu caráter e, principalmente a sua santidade, mas revelar somente o seu amor; 8. que as declarações bíblicas relativas a ”um pecado eterno” (Mc 3.29), “castigo eterno” (Mt 25.46), “destruição eterna” (2 Ts 1.9) ainda nos permitem crer na restauração de todos os homens à santidade e semelhança a Deus.

Consideramos mais bíblico e mais racional o ponto de vista de Max Müller, ilustre filólogo de Oxford: “Tenho sempre sustentado que este universo seria miserável sem o castigo eterno. Cada ato, bom ou mau, deve trazer suas conseqüências e, o fato de que o nosso castigo continuará para sempre parece-me uma prova do amor eterno de Deus. Porque, uma obra má continuar sem punição, seria algo destrutivo à ordem moral do universo”. Max Müller simplesmente expressa a inerradicável convicção da humanidade de que a retribuição deve seguir-se ao pecado; que Deus deve demonstrar sua desaprovação ao pecado através do castigo; que as próprias leis da natureza humana expressam deste modo a justiça de Deus; que a abolição desta ordem representaria o destronamento de Deus e a destruição do universo.


F. A adequada pregação da doutrina do castigo eterno não é um obstáculo para o sucesso do evangelho, mas um dos principais e indispensáveis acessórios. --- Contudo, alguns sustentam que ela não pode ser parte da mensagem do pregador porque naturalmente repele os homens. Respondemos:
a) Se a doutrina for verdadeira e claramente ensinada na Escritura, nenhum temor das conseqüências para nós mesmos ou para os outros pode absolver-nos do dever de pregá-la. O ministro de Cristo tem a obrigação de pregar toda a verdade de Deus; se ele fizer isto, Deus cuidará dos resultados.
Ez 2.7 – "Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes”; 3.10,11,18,19 – "Disse-me mais: Filho do homem, coloca no coração todas as minhas palavras que te hei de dizer e ouve-as com os teus ouvidos. Eia, pois, vai aos do cativeiro, aos filhos do teu povo, e lhes falarás, e lhes dirás: Assim diz o Senhor Jeová, quer ouçam quer deixem de ouvir. ... Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; não o avisando tu, não falando para avisar o ímpio acerca do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua maldade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu caminho ímpio, ele morrerá na sua maldade, mas tu livraste a tua alma”.

A antiga Igreja Protestante Francesa tem como cota de armas uma bigorna em torno da qual há muitos martelos quebrados, e este lema: “Desprezai o martelo, vós grupos hostis; A bigorna de Deus resiste Vossos martelos quebrados”. S. Jerônimo: “Se uma ofensa provém da verdade, é melhor que ela venha, do que esconder a verdade”. Shedd, Dogm. Theology, 2.680 – "Jesus Cristo é a pessoa responsável pela doutrina da perdição eterna”. Os mais temíveis pronunciamentos sobre o castigo futuro são os de Jesus; por exemplo, Mt 23.33 – "Serpentes, raças de víboras! Como escapareis da condenação do Inferno”? Mc 3.29 – "Qualquer que blasfemar contra o Espírito Santo nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo”; Mt 10.28 – "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo”; 25.46 – "estes irão para o tormento eterno”.


b) Toda pregação que ignora a doutrina do castigo eterno minimiza a santidade de Deus, cuja expressão é o castigo eterno e degrada a obra de Cristo, necessária para salvar-nos dela. O sucesso de tal pregação pode ser apenas temporário e deve ser seguido de uma desastrosa reação na direção do racionalismo e da imoralidade.

Grande parte da apostasia da fé começa com a recusa da aceitação da doutrina do castigo eterno. Theodore Parker, conquanto reconheça que o Novo Testamento ensina a doutrina, rejeita-a, chega até a dizer que a teologia, como um todo, inclui esta idéia do castigo perene, que ela “escarnece do senso comum, cospe na razão, e torna Deus um diabo”.

Mas, se não há castigo eterno, então o perigo do homem não é tão grande que requeira um sacrifício infinito; e somos compelidos a abandonar a doutrina da expiação. Se não há expiação, não é necessário que o Salvador do homem seja mais do que um homem; e somos compelidos a abandonar a doutrina da divindade de Cristo e, com esta, a da Trindade. Se o castigo não for eterno, então a santidade de Deus é apenas outro nome para benevolência; o alicerce próprio de toda a moralidade desaparece, e a lei de Deus deixa de inspirar reverência e temor. Se o castigo não for eterno, então os escritores da Bíblia que criam e ensinavam tal doutrina eram homens falíveis, não estavam acima dos preconceitos e erros da sua época; e perdemos a evidência da inspiração divina da Bíblia. Com isto desaparece a doutrina dos milagres; Deus se identifica com a natureza e se torna o Deus impessoal do panteísmo.

Theodore Parker passou por esse processo, e assim também Francis W. Newman. Logicamente, todo aquele que nega o castigo eterno do ímpio deve chegar ao mesmo resultado; precisamos apenas de uma observação superficial de países como a Índia, onde reina o panteísmo, para ver quão deplorável é o declinante resultado da virtude pública e particular. Emory Storrs: “Quando o inferno se afasta da religião, a justiça se afasta da política”. O pregador que fala do pecado e do castigo de uma forma branda faz notavelmente uma obra análoga à de Satanás, quando disse a Eva: “Certamente não morrereis” (Gn 3.4). Tal pregador deixa que os homens façam o que Shakespeare chama “o caminho primaveril para a fogueira eterna” (Macbeth 2.3).

Shedd Dogm.Theology, 2.671 – "A expiação vicária é incompatível com a salvação universal. Esta doutrina implica que o sofrimento por causa do pecado é apenas um remédio, enquanto aquela implica que é a sua retribuição. ... Se o próprio pecador não é obrigado pela justiça a sofrer para satisfazer a lei que ele violou, então, sem dúvida, ninguém necessita de sofrer por ele com este propósito”.
c) O medo do castigo futuro, apesar de não ser o mais elevado motivo, é o mais próprio para a renúncia ao pecado e a volta para Cristo. Deve-se, portanto, apelar na esperança de que a busca da salvação que começa no medo da ira de Deus pode terminar no serviço da fé e do amor.

Lc 12.4,5 – "E digo-vos, amigos meus: não temais os que matam o corpo e depois não têm mais o que fazer. Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei”; Jd 23 – "e salvai alguns, arrebatando-os do fogo”. É notável que o Velho Testamento, que às vezes é considerado, embora incorretamente, como um mestre do medo, não tem tais revelações do inferno como se encontram no Novo. Só quando a misericórdia de Deus foi demonstrada na cruz abriram-se para os olhos dos homens as profundezas do abismo do qual a cruz deve salvá-los. E, como já vimos, não é Pedro nem é Paulo, mas o próprio Senhor quem dá as mais temíveis descrições do sofrimento do perdido, e as mais claras afirmações da sua duração eterna.

(1056) É necessário o quadro de Miguel Ângelo sobre o juízo final para introduzir-nos no quadro da Transfiguração de Rafael. Shedd, Dogm. Theology, 2.752 – "O que a raça necessita é de ir para o Confessionário divino. ... A confissão é o único caminho para a luz e necessita a paz. ... A negação do mal moral é o segredo da murmuração e da melancolia de que tão grande quantidade das letras modernas está cheia”. Matthew Arnold diz aos seus críticos: “Non me tua fervida terrent dicta; Dii me terrent et Jupiter hostis” – "Não tenho medo dos teus violentos juízos; só temo Deus e a sua ira”. Hb 10.31 – "Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Daniel Webster dizia: “Quero um ministro para dirigir o cantinho do banco da igreja e que me faça sentir que o diabo está depois de mim”.
d) Na pregação desta doutrina, conquanto admitamos que as imagens materiais empregadas na Escritura para estabelecer os sofrimentos dos perdidos não devem ser interpretadas materialmente, mas espiritualmente, devemos insistir em que a miséria da alma que detesta eternamente a Deus é maior que as dores físicas que são empregadas para simbolizá-la. Apesar de que uma declaração dura e mecânica da verdade só pode despertar oposição, uma solene e sentimental apresentação dela em ocasiões próprias e em sua devida relação com a obra de Cristo e com os oferecimentos do evangelho não podem deixar de cumprir o propósito de Deus na pregação e tornar-se o meio de salvar alguns que ouvem.

At 20.31 – "Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar, com lágrimas, a cada um de vós”; 2 Co 2.14-17 – "E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento. Porque para Deus nós somos o bom cheiro de Cristo nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes, certamente, cheiro de morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para estas coisas, quem é idôneo? Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus, na presença de Deus”; 5.11 – "Assim que, sabendo o temor que se deve ao Senhor, persuadimos os homens à fé, mas somos manifestos a Deus; e espero que, na vossa consciência, sejamos também manifestos”; 1 Tm 4.16 – "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem”.



“Omne simile claudicat” assim como “volat” – "Tudo o que é semelhante claudica do mesmo modo que voa”. Nenhum símbolo expressa toda a verdade. Contudo, precisamos empregar símbolos e o Espírito Santo honra o emprego que fazemos deles. “aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação” (1 Co 1.21). Há um profundo senso de responsabilidade para a alma do homem que moveu Paulo a dizer: “ai de mim se não anunciar o evangelho!” E há um profundo senso do dever que possibilita George Fox, às portas da morte, dizer: “Eu estou límpido! Estou limpo!”

Do mesmo modo, Baxter escreve: “Preguei como nunca estou seguro de pregar novamente, e como um moribundo a homens moribundos”. Foi Robert McCheyne que disse que o pregador nunca deve falar do castigo eterno a não ser com lágrimas. A pregação lacrimosa de McCheyne sobre tal assunto levou muitos a quebrantarem-se diante dos seus pecados e aceitar o perdão e a renovação oferecidos em Cristo. Tal pregação sobre o juízo e castigo nunca foram mais necessárias do que agora, quando pontos de vista frouxos e antibíblicos a respeito da lei e do pecado romperam a força dos apelos dos pregadores. Haja tal pregação e então muitos ouvintes pronunciarão o pensamento, senão as palavras do Dies Irae, 8-10 – "Rex tremendae majestatis, Qui salvandos salvas gratis, salva me, fons pietatis. Recordare, Jesu pie, Quod sum causa tuae viae: Ne me perdas illa die. Quaerens me sedisti lassus, Redimisti crucem passus: Tantus labor non sit casus” (Dia da Ira, 8-10 – Ó Rei de tremenda majestade, que quando salvas faze-o de graça; salva-me, ó fonte de piedade. Lembra-te, piedoso Jesus, de que eu sou a causa do teu destino; não me leves à perdição naquele dia. Por mim tu te abateste, poupaste-me o sofrimento crucial: Tanto sacrifício não é sem razão). Ver Edwards, Works, 4:226-321; Hodge, Outlines of Theology, 459-468; Murphy, Scientific Bases of Faith, 310,319,464; Dexter, Verdict of Reason; George, Universalism not of the Bible; Angus, Future Punishment; Jackson, Bampton Lectures for 1875, on the Doctrine of Retribution; Shedd, Doctrine of Endless Punishment, preface, and Dogm. Theol., 2:667-754.

Baixar 2.69 Mb.

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   159   160   161   162   163   164   165   166   167




©psicod.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
processo seletivo
concurso público
conselho nacional
reunião ordinária
prefeitura municipal
universidade federal
ensino superior
ensino fundamental
ensino médio
Processo seletivo
minas gerais
Conselho nacional
terapia intensiva
Curriculum vitae
oficial prefeitura
Boletim oficial
seletivo simplificado
Concurso público
Universidade estadual
educaçÃo infantil
saúde mental
direitos humanos
Centro universitário
Poder judiciário
educaçÃo física
saúde conselho
assistência social
santa maria
Excelentíssimo senhor
Conselho regional
Atividade estruturada
ciências humanas
políticas públicas
outras providências
catarina prefeitura
ensino aprendizagem
secretaria municipal
Dispõe sobre
Conselho municipal
recursos humanos
Colégio estadual
consentimento livre
ResoluçÃo consepe
psicologia programa
ministério público
língua portuguesa
público federal
Corte interamericana