3 tragédias recentes da civilização humana: na Síria, nos eua e no Brasil



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'Creating Hell on Earth'

Jason Liosatos Gallery
“Não se esqueçam de que eu descobri que mais de noventa por cento de todos os déficits nacionais, de 1921 a 1939, foram causados por pagamentos pelas guerras passadas, presentes e futuras”. Franklin D. Roosevelt

“As pessoas não fazem guerras. São os governos que as fazem”. Ronald Reagan




'Nobody Wins'

Jason Liosatos Gallery
“Nenhum governo, voluntariamente, reduz seu tamanho. Programas governamentais, uma vez lançados, nunca desaparecem. Realmente um escritório de governo é a coisa mais próxima da vida eterna que nós sempre vemos neste mundo”. Ronald Reagan

Já no periodo de FDR, o ato do New Deal de 1933 buscou a cartelização de quase todas as indústrias nos EUA, acreditando na eficácia da intervenção humana sobre as leis de mercado. Dentro desse espírito dominante, surgiu em 1936 a "Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda" do inglês John Maynard Keynes, que legitimou a falsa pressuposição de que era possivel introduzir a mão de ferro do estado para orientar ou gerenciar o mercado. Criou-se desta forma uma parceria de burocratas e políticos buscando atuar sobre o mercado. Como se não bastasse isso, Keynes foi a figura chave da reunião de 44 países de lideranças econômicas mundiais realizada na bucólica cidade americana de Bretton Woods por 3 semanas, em julho de 1944, quando se decidiu pela criação do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. Essa reunião, pouco mais de 1 ano antes do término da Segunda Guerra Mundial, definiu e legitimou a intervenção do governo na economia a nível mundial e teve a adesão maciça dos participantes. É preciso entender as circunstancias da época: mundo destruido pela guerra, desemprego em alta preocupante e desespero de populações inteiras, clamando por esperança. A teoria intervencionista de Keynes supriu essa demanda, fortemente estimulada pelo New Deal de F. D. Roosevelt. Vejamos o conselho principal de Keynes:

É preciso, portanto, dotar o Estado de instrumentos efetivos de política econômica, que lhe permitam regular a taxa de juros de modo a mantê-la abaixo da “eficiência marginal do capital”, incrementar o consumo mediante a expansão dos gastos públicos e expandir os investimentos por meio de empréstimos públicos capazes de absorver os recursos ociosos.”

Nas fases iniciais da revolução keynesiana, macroeconomistas enfatizaram a política fiscal como o remédio mais potente e equilibrado para o gerenciamento da demanda. Gradualmente, deficiências da política fiscal tornam-se aparentes. As deficiências decorrem de sincronismo, teoria macroeconômica e o déficit em si”.  

Paul Samuelson, Economia (Ed. 15) [1995]


“O que certamente vai acontecer é o que aconteceu no mundo rico agora, onde países se desenvolveram em sua própria maneira, no seu próprio tempo, sob suas próprias estruturas políticas e econômicas. Ninguém lhes deu auxílio ou tentou suborná-los a adotar políticas para seu próprio bem. Agora o que precisamos fazer é ter certeza de que não estamos no caminho dos países pobres, agora, fazer o que já fizemos. Precisamos deixar as pessoas pobres se ajudar e ficar fora do caminho — ou, mais positivamente, parem de fazer coisas que estão obstruindo-os. - The Great Escape, Universidade de Princeton economista Angus Deaton - 2015 Prêmio Nobel de economia
Seria leviandade avaliar a contribuição de Keynes baseada numa citação isolada, mesmo porque suas circunstâncias favoreciam decisões emocionais, numa tentativa desesperada de gerar empregos. Fortalecer a demanda agregada através de impostos e taxas, apenas transfere recursos sob a invariável lei de mercado para o questionável domínio da vontade humana. Cria-se mais empregos na burocracia de governo, subtraindo aqueles da iniciativa privada, ou ainda, cria-se um grande sistema parasitário, totalmente sustentado com os nossos impostos. Algo como:“tudo pelo povo, mas sem o povo” ou despotismo esclarecido.

Isto é exatamente o que tem acontecido neste atônito mundo de ditadura da burocracia, a mais terrível forma de servidão humana. O mundo precisa hoje exatamente percorrer o caminho inverso: fortalecer a iniciativa privada e reduzir a burocracia.



"A paixão tem nos ajudado; mas não pode fazer mais que isso. No futuro será nossa inimiga. Razão, frieza, cálculo, razão desapaixonada, deve fornecer todos os materiais para o nosso futuro apoio e defesa." Abraham Lincoln

"Na elaboração de um sistema que desejamos que dure por muito tempo, não podemos perder de vista as mudanças que o tempo produzirá.” James Madison

“Um dos grandes erros é julgar politicas e programas pelas suas intenções, ao invés de seus resultados. Todos sabemos da famosa via que é pavimentada com boas intenções.” Milton Friedman


Porem isto gerou uma indigesta mistura de economia com politica, que são áreas distintas por natureza.




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