3 tragédias recentes da civilização humana: na Síria, nos eua e no Brasil



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'Blood and Lies' Tony Blair
Veja a seguir, a crise dos refugiados que assola o mundo, apontando as causas da tragedia:

Muitas pessoas simpatizam com os refugiados, claro, e gostariam de ajudá-los. A questão é como fazê-lo sem infringir os interesses dos residentes dos países onde os refugiados estão se movendo. Enquanto isso, um enorme choque descontrolado de diferentes estilos de vida pode levar e já está levando ao crescente nacionalismo e intolerância, para o surgimento de um conflito permanente na sociedade”. - Presidente da Rússia Vladimir Putin - reunião ordinária do Valdai International Club - 19 a 22 de outubro, 2015 - especialistas de 30 países - Guerra e Paz

O ex-senador americano Ron Paul (R-TX) definiu com rara e habitual maestria as responsabilidades desta tragédia:”A razão pela qual tantos estão fugindo de lugares como a Síria, Líbia, Afeganistão, Iraque é que os intervencionistas estrangeiros americanos e europeus deixaram estes países desestabilizados, com nenhuma esperança de recuperação econômica. Essa migração em massa do Oriente Médio e além é um resultado direto da política externa neoconservadora de mudança de regime, invasão e empurrando a "democracia" no cano de uma arma”.

Finaliza recomendando aos intervencionistas: “Parem de se intrometer nos assuntos de outros países. Abracem a prosperidade que vem com uma política externa pacífica, não a pobreza que vai com o funcionamento de um império. Fim do Império” - The Real Refugee Problem – And How To Solve It - 6/9/2015 - RonPaul Institute



Vamos migrar para outra tragedia, o endividamento do

governo americano jamais visto no passado, onde as crianças que nascem hoje já estao endividadas por ação de irresponsaveis que transferem seus problemas para as proximas gerações. Penalizar o futuro em benefício do presente é uma ação de inconsequentes.

A constatação de Ron Paul é definitiva: “Déficits significam futuros aumentos de impostos, pura e simplesmente. O aumento de déficits deve ser visto como um imposto sobre as futuras gerações, e os políticos que criam déficits deveriam ser condenados como criadores de impostos”.  

Ou ainda Reagan com sua fina ironia:

O Governo é como uma criança. Um canal alimentar com um grande apetite de um lado e nenhum senso de responsabilidade do outro”.

Durante os 8 anos de Reagan, PNB per capita ajustado pela inflação cresceu 3,5% ao ano. Comparado com 0,7% a.a. nos 8 anos anteriores e 1,5% a.a. nos 8 anos seguintes. Para aqueles que defendem que a riqueza da América pode ser atribuída a regulação. Bem, claro, “pode ser atribuída” a Zeus. - OCTOBER 19, 2015 Peter St. Onge - Robert Shiller Is Shilling for Socialism

Migrando para a corrupção no Brasil, este inacreditável desvio de recursos que envergonha a todos, a mais cruel escola de economia de compadrio. Hegel, o fecundo pensador alemão, revirando em seu túmulo, deve estar “uivando junto com os lobos” e revendo seu conceito de Estado como suprema criação da ética humana!!!



A corrupção no Brasil torna real a irônica constatação de que os governos são compostos por dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo.

Importante diferenciar conceitos:

Economia de livre mercado, refere-se a um sistema de produção e trocas que é baseado no império de lei, na igualdade de direitos para todos, na liberdade de escolha, na liberdade de comércio, na liberdade de inovar, na disciplina guiada por lucros e prejuízos, e no direito de gozar os frutos de seu próprio trabalho. Ela acontece por interação espontânea de indivíduos, livre das amarras do estado, quando nenhum outro sistema é forçado sobre a população. É tão natural quanto as estações e a gravidade. Atender à necessidade dos outros é condição essencial, os competidores de maior sucesso no livre mercado são aqueles que melhor atendem às necessidades dos outros, com muito mais eficácia do que qualquer instituição de caridade. Lucro é consequência de atender a necessidade de outros, não as suas.

“Todas as instituições de caridade no mundo, durante o período da ultima década, não atenderam às necessidades dos outros que o mercado atende numa única hora” - Capitalism, Socialism, and the Pope - By John C. Goodman.

“Liberdade econômica e social não é apenas a melhor politica para um povo livre, é a moldura indispensável para o futuro”. Cato Instituto

Economia de compadrio, refere-se a trocas espúrias entre interesses de produtores e políticos e burocratas que buscam o poder a qualquer custo, onde não desdenham alianças com a fraude, trapaça e corrupção. São os amigos do rei que investem mais na politica do que na economia, verdadeiras prostitutas que vendem o cérebro ao invés do corpo. Reagan definiu isto com notável ironia: “Foi dito que a política é a segunda profissão mais antiga. Aprendi que ela carrega uma semelhança impressionante com a primeira”. Ou ainda a constatação do experiente Kissinger: “Noventa por cento dos políticos dão má reputação aos outros dez por cento”.

Este confronto entre pró-mercado e pró-negócios é antigo. Adam Smith escreveu "A riqueza das Nações", para denunciar o mercantilismo, o capitalismo de compadrio, de sua época. Milton Friedman disse em uma conferência de 1998: "há um equívoco comum que pessoas que são a favor de um mercado livre também são a favor de tudo o que faz os grandes negócios. Nada poderia estar mais longe da verdade. "

Afortunadamente, a sociedade brasileira apresentou antídotos eficazes, através da competência e determinação do juiz Sergio Moro e uma equipe de jovens defensores de justiça que estão resgatando a dignidade de todo um povo. Pior de tudo, a corrupção sistêmica impacta o sentimento de autoestima de um povo. Um povo inteiro que paga propina é um povo sem dignidade”.

A velha e decadente justiça está sendo humilhada pela competência, inteligência e pragmatismo desta nova geração. Livre imprensa também merece crédito, além das revistas semanais, jornalista Ricardo Eugenio Boechat e sua brava turma: Barão, Tatiana, Monica Bergamo e Jose Simão têm sido incansáveis na divulgação inteligente, imparcial e bem humorada desta tragédia brasileira.

Falência da decadente justiça que humilha toda uma sociedade, é permitir que altos dirigentes esportivos tenham tapete vermelho em casa e algemas no exterior.

Esta relação espúria de política e economia cresceu com a legislação do New Deal (explosão regulatória) de F.D. Roosevelt (1933-45) presidente americano por quatro períodos, em função da necessidade circunstancial de medidas intervencionistas para mitigar os efeitos da crise dos anos 30 e da Segunda Guerra Mundial.

Mas Roosevelt, ao chegar ao poder, promulgou a seqüência mais longa de medidas escrotas, matança de prosperidade que qualquer presidente na história americana. A economia ainda não tinha se recuperado quando entramos na segunda guerra mundial, uma guerra que não ajudou a economia a nos tirar da grande depressão. A dor provocada pelo governo foi prorrogada”. - The Great Depression and the New Deal - by Murphy, Robert P.

Seu antecessor – pres. Hoover (1929-32), embora tivesse fama de ser pró “laissez- faire”, parece ser o inspirador do New Deal. Steven Horwitz, Professor de economia na Universidade de St. Lawrence traz luz ao período da grande depressão:

Apesar da evidência esmagadora, ao contrário, das crenças de Hoover para suas ações como Presidente, as observações de seus contemporâneos e historiadores modernos, persiste o mito da Presidência de Herbert Hoover como um exemplo de laissez-faire. De todos os presidentes, até e incluindo-o, Herbert Hoover foi um dos intervenientes mais ativos na economia”







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