3 tragédias recentes da civilização humana: na Síria, nos eua e no Brasil



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Ronaldo Campos Carneiro – out/2015

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Comentários
De: Ives Gandra Martins 
Data: 9 de outubro de 2015 13:14
Assunto: RES: “Reconciliação com a Realidade”
Para: Ronaldo campos carneiro
Caro Ronaldo,

 

Rico em citações e diagnosticando o momento presente.



Vale a pena que conheçam suas ideias.

 

Abraços,




De: Geraldo Vilhena 
Data: 11 de outubro de 2015 11:50
Assunto: Re: “Reconciliação com a Realidade” (Versöhnung mit der Wirklichkeit)
Para: Ronaldo campos carneiro
Meu caríssimo Ronaldo,
foi um grande prazer ter falado, ontem, com você, pelo telefone; obrigado. Acabei de ler seu texto e, logo no início, sua referência ao pequeno garoto sírio, uma imagem que, dificilmente, sairá de nossa memória. Já tentei e, ainda, estou fazer reflexões, sobre o Estado Islâmico e as Cruzadas; somos todos cristãos. Está faltando, em meu entendimento, um diálogo de paz e união, prevalecendo o respeito a todos e o reconhecimento às tradições, cultura e religiosidade de toda a humanidade. O princípio primeiro do próprio Universo que moveu o movimento que é permanente e a cada momento, há mudanças, esse primeiro princípio é um SER criado por si próprio, é DEUS, portanto, não temos dois DEUSES, mas temos um só DEUS, ou acreditamos nesse DEUS, com a certeza de Sua existência ou permanecemos, cada um de nós, aceitando verdades, que não são certezas, todas as verdades podem ser alteradas a cada instante, uma idéia nova pode nos levar a um novo juízo e a ter uma nova verdade. Assim, são as ciências, suas teorias. 

Quanto a KEYNES, devemos entendê-lo em seu momento; a teoria primeira de Keynes jamais pode ser alicerce à política econômica que estamos vivendo em nosso Brasil; Eduardo Suplicy, há vários anos, utilizou Keynes, para a implementação de um plano de assistência aos desempregados, à pobreza, vítimas de crises em um pós-guerra, por exemplo. Hoje, o que assistimos (para muitos, um keynesianismo, o que não é), é uma política populista utilizando os recursos do Estado (frutos de nossas contribuições, através dos diferentes processos de recolhimentos de cada setor, primário, secundário e terciário), para formar um imenso contingente eleitoral, mantido a custa dos mais diversos tipos das chamadas "bolsas". Só há portas de entrada, mas nenhuma porta de saída e, assim, já chegamos a alcançar, aproximadamente, hoje, mais de quarenta milhões de pessoas dependentes dessas bolsas, mantidas pela parcela dos tributos dos três setores. A corrupção, jamais vista em nosso País, fica com bilhões, enquanto, outros bilhões, vão para as bolsas, e não há nenhum retorno de seus resultados para a Economia do País, hoje, com uma dívida superior a três trilhões e quinhentos bilhões de dólares. Não há fiscalização no sistema de "bolsas", não há devolução dos recursos financeiros, "verdadeiras bolsas" destinadas aos partidos políticos, a deputados e senadores, governadores e secretários, prefeitos, secretários e vereadores, temos aí, um grande deficit, e nós, acabamos tendo de cobrí-lo. Não é Keynes, são nossos homens públicos. O capital para se manter e crescer, cada vez mais, só encontra um caminho, pagar propinas para continuar existindo e crescendo. Essa é a mudança a ser feita, hoje e agora, caso contrário, teremos pela frente, longos anos de sofrimento que iremos deixar para nossos filhos e netos...).

Um abraço, com amizade sincera, Geraldo Vilhena



De: Geraldo Vilhena 


Data: 26 de outubro de 2015 15:06
Assunto: Re: “Reconciliação com a Realidade” (Versöhnung mit der Wirklichkeit)
Para: Ronaldo campos carneiro



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