3 Planejamento de comunicação: contribuição da teoria de relações públicas



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Bibliografia
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1ANDRADE, Teobaldo de Souza. Para entender relações públicas. São Paulo: Edições Loyola, 1983.

2SIMÕES, Roberto Porto. Relações públicas - Função Política. Porto Alegre: Sagra/Feevale, 1984.

3Idem.

4Ver ANDRADE, Teobaldo de Souza. Psicossociologia das Relações Públicas. São Paulo: Atlas, 1988. É visível nesta obra a influência do pensamento de Gabriel Tarde, a respeito de público e opinião pública, nos estudos em relações públicas desenvolvidos por Teobaldo de Souza Andrade. As relações públicas, portanto, se firmaram como teoria social aplicada. Para melhor compreensão deste encadeamento teórico, ver TARDE, Gabriel. A opinião e as massas, Martins Fontes, 1992. A obra de Gabriel Tarde é originalmente de 1901.

5Idem.

6Idem.

7 A idéia de interesse público é bastante relativa. Harwood Childs diz que a definição de interesse público, com base no caso americano, é, e somente pode ser, aquilo que o público, a opinião de massa, diz que ele é. Por opinião da massa, ele entende as opiniões coletivas do povo norte-americano considerado como um todo. Considera, no entanto, que a opinião pública é dinâmica e mutável. Deixa a entender que o inquérito de opinião seria uma possibilidade de aferição da opinião pública. Ver CHILDS, Harwood. Relações públicas, propaganda e opinião pública. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Edições, 1964.

8 ANDRADE, Teobaldo de Souza. Obra citada, 1988.

9O termo “organização”, na área de relações públicas, é usado para designar organizações em geral. Pode ser empresa pública ou privada, comercial ou industrial, sindicato patronal ou de trabalhadores etc.

10WEY, Hebe. O processo de relações públicas. São Paulo: Summus Editorial, 1983.

11 GURGEL, J. B. Serra e. Cronologia da Evolução Histórica das Relações Públicas. Brasília: Linha Gráfica e Editora, 1985.

12SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas - Função Política. Porto Alegre: Sagra/Feevale, 1984.

13GRUNIG, James & HUNT, Todd citados por Margarida Maria Krohling Kunsh (org.), Obtendo Resultados com Relações Públicas - Como utilizar adequadamente as relações públicas em benefício das organizaçòes e da sociedade em geral, Pioneira, 1997).

14KUNSCH, Margarida Maria Krohling, obra citada, 1997.

15Boaventura de Souza Santos faz análise sobre cidadania em Pela mão de Alice - O social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez Editora, 1995.

16Artigo 5º, inciso XXXII. (“O Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor”).

17 Obra citada, 1980, 3ª edição.

18 No Brasil, especificamente, os movimentos sociais populares são um fenômeno da década de 70. Foi uma época em que se redescobriram conceitos como o de “povo” e “participação”. Ver DOIMO, Ana Maria. A vez e a voz do popular - Movimentos sociais e participação política no Brasil pós-70, Relume Durmará, 1995. Ver também SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de movimentos sociais, Edições Loyola/Centro João XXIII, 2ª edição, 1996.

19Um defensor desta posição teórica é o antropólogo Nestor Garcia Canclini. Ver CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos - Conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.



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