1. introduçÃo tema e relevância



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2.3 Críticas ao BSC

Apesar do sucesso em torno desta ferramenta de gestão estratégica e monitorização de performance, vários autores defendem que o modelo não é isento de falhas e apresenta aspetos que merecem atenção.


As relações causa-efeito necessárias à construção do BSC são uma das principais críticas feitas a este modelo. Estas relações permitem criar uma ligação entre as medidas operacionais e financeiras, visto que as medidas financeiras utilizadas individualmente apenas indicam a performance passada, a combinação dos dois géneros de medidas permitiria prever a performance futura (Norreklit, 2000).
Norreklit (2000) afirma que é crítico a dimensão temporal não existir no BSC pois entre a causa e o efeito existe um intervalo de tempo. Desta forma o efeito das medidas irá ocorrer em diferentes pontos no tempo, porque a escala temporal será diferente consoante a área de que se trata. Assim, o efeito de algumas medidas pode ser quase imediato ou mais lento.
Vários fatores podem influenciar o resultado previsto para uma dada medida, e portanto pode tornar-se complexo determinar quando irá ocorrer o efeito da Acão tomada anteriormente (Norreklit, 2000).
As quatro perspetivas definidas por Kaplan e Norton (1992) não pretendem ser obrigatórias, existe liberdade para adicionar, retirar ou modificar o modelo de acordo com a estrutura organizacional. No entanto, as alterações ao modelo implicam mudanças nas relações causa-efeito definidas anteriormente que não são explicadas pelos autores (Norreklit, 2000).
Por fim, a forma como o BSC acrescenta valor à organização é uma questão por esclarecer, pois a evidência do real contributo do modelo para a performance da organização é escassa, o que gerou vários debates entre investigadores (De Geuser et al., 2009) que questionam os princípios lógicos da rápida difusão. Assim, permanece incerto se o valor acrescentado pelo BSC advém do uso formal da ferramenta ou do debate e discussão gerados na sua construção e implementação (De Geuser et al., 2009).
Embora confirmem que o BSC tem impacto na performance de uma organização De Geuser et al., (2009) questionam a adoção em larga escala do BSC por parte de importantes organizações baseando-se apenas em argumentos retóricos.



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